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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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5
|Números 33:5|
And the children of Israel removed from Rameses, and encamped in Succoth.
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6
|Números 33:6|
And they removed from Succoth and encamped in Etham, which is at the end of the wilderness.
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7
|Números 33:7|
And they removed from Etham, and turned back to Pi-hahiroth, which is opposite Baal-Zephon, and encamped before Migdol.
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8
|Números 33:8|
And they removed from before Hahiroth, and passed through the midst of the sea into the wilderness, and went three days' journey in the wilderness of Etham, and encamped in Marah.
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9
|Números 33:9|
And they removed from Marah, and came to Elim; and in Elim were twelve springs of water, and seventy palm-trees, and they encamped there.
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10
|Números 33:10|
And they removed from Elim, and encamped by the Red sea.
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11
|Números 33:11|
And they removed from the Red sea, and encamped in the wilderness of Sin.
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12
|Números 33:12|
And they removed from the wilderness of Sin, and encamped in Dophkah.
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13
|Números 33:13|
And they removed from Dophkah, and encamped in Alush.
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14
|Números 33:14|
And they removed from Alush, and encamped at Rephidim, where there was no water for the people to drink.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva