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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Esperanto -
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|Lucas 2:51|
Kaj li malsupreniris kun ili, kaj venis en Nazareton, kaj li estis obeema al ili; kaj lia patrino konservis cxiujn tiujn dirojn en sia koro.
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52
|Lucas 2:52|
Kaj Jesuo progresis en sagxeco kaj staturo, kaj en graco cxe Dio kaj homoj.
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1
|Lucas 3:1|
En la dek-kvina jaro de la regado de Tiberio Cezaro, kiam Pontio Pilato estis provincestro de Judujo, kaj Herodo estis tetrarhxo de Galileo, kaj lia frato Filipo tetrarhxo de la regiono Iturea kaj Trahxonitis, kaj Lisanio tetrarhxo de Abilene,
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2
|Lucas 3:2|
dum la cxefpastreco de Anas kaj Kajafas, venis la vorto de Dio al Johano, filo de Zehxarja, en la dezerto.
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3
|Lucas 3:3|
Kaj li venis en la tutan regionon cxirkaux Jordan, predikante la bapton de pento por la pardonado de pekoj,
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4
|Lucas 3:4|
kiel estas skribite en la libro de la vortoj de la profeto Jesaja: Vocxo de krianto en la dezerto: Pretigu la vojon de la Eternulo, Rektigu Liajn irejojn.
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5
|Lucas 3:5|
CXiu valo levigxos, Kaj cxiu monto kaj monteto malaltigxos, Kaj la malebenajxo farigxos ebenajxo, Kaj la malglataj vojoj glatigxos;
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|Lucas 3:6|
Kaj cxiu karno vidos la savon de Dio.
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7
|Lucas 3:7|
Li do diris al la homamasoj, kiuj eliris, por esti baptitaj de li:Ho vipuridoj! kiu vin avertis forkuri de la venonta kolero?
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8
|Lucas 3:8|
Donu do fruktojn tauxgajn por pento. Kaj ne komencu diri en vi:Ni havas Abrahamon kiel patron; cxar mi diras al vi, ke Dio povas el cxi tiuj sxtonoj starigi idojn al Abraham.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva