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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Esperanto -
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21
|Lucas 1:21|
Kaj la popolo atendis Zehxarjan, kaj miris pro lia restado en la sanktejo.
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22
|Lucas 1:22|
Kaj kiam li elvenis, li ne povis paroli al ili; kaj ili eksciis, ke li vidis vizion en la sanktejo; kaj li faradis signojn al ili, kaj restis muta.
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23
|Lucas 1:23|
Kaj kiam finigxis la tagoj de lia pastrado, li foriris en sian domon.
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24
|Lucas 1:24|
Kaj post tiuj tagoj lia edzino Elizabeto gravedigxis, kaj kasxis sin kvin monatojn, dirante:
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25
|Lucas 1:25|
Tiamaniere agis la Eternulo rilate al mi en la tagoj, kiam Li favore rigardis min, por forpreni mian riprocxon inter homoj.
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26
|Lucas 1:26|
Kaj en la sesa monato la angxelo Gabriel estis sendita de Dio en urbon de Galileo, nomatan Nazaret,
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27
|Lucas 1:27|
al virgulino fiancxinigita kun viro, kies nomo estis Jozef, el la domo de David; kaj la nomo de la virgulino estis Maria.
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28
|Lucas 1:28|
Kaj li venis al sxi, kaj diris:Saluton al vi la grace favorita, la Eternulo estas kun vi.
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29
|Lucas 1:29|
Sed sxi tre maltrankviligxis cxe tiu diro, kaj konsideris, kia povas esti tiu saluto.
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30
|Lucas 1:30|
Kaj la angxelo diris al sxi:Ne timu, Maria; cxar vi trovis gracon antaux Dio.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva