-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Esperanto -
-
33
|Lucas 19:33|
Kaj dum ili malligis la azenidon, gxiaj posedantoj diris al ili:Kial vi malligas la azenidon?
-
34
|Lucas 19:34|
Kaj ili diris:La Sinjoro gxin bezonas.
-
35
|Lucas 19:35|
Kaj ili alkondukis gxin al Jesuo; kaj jxetinte siajn vestojn sur la azenidon, ili sidigis Jesuon sur gxin.
-
36
|Lucas 19:36|
Kaj dum li iris, ili sternis siajn vestojn sur la vojo.
-
37
|Lucas 19:37|
Kaj kiam li jam alproksimigxis, malsuprenironte la deklivon de la monto Olivarba, la tuta amaso de la discxiploj komencis gxoji kaj lauxdi Dion per lauxta vocxo pro cxiuj potencajxoj, kiujn ili vidis;
-
38
|Lucas 19:38|
dirante:Estu benata la Regxo, kiu venas en la nomo de la Eternulo; paco en la cxielo kaj gloro en la supera alto.
-
39
|Lucas 19:39|
Kaj iuj Fariseoj el la homamaso diris al li:Majstro, admonu viajn discxiplojn.
-
40
|Lucas 19:40|
Kaj responde li diris:Mi diras al vi, ke se cxi tiuj silentos, la sxtonoj ekkrios.
-
41
|Lucas 19:41|
Kaj kiam li alproksimigxis, li rigardis la urbon, kaj ploris pro gxi,
-
42
|Lucas 19:42|
dirante:Ho, se vi mem scius en cxi tiu tago la aferojn apartenantajn al paco! sed nun ili estas kasxitaj for de viaj okuloj.
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva