-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Esperanto -
-
35
|Lucas 20:35|
sed kiuj estas jugxitaj indaj atingi tiun mondon kaj la relevigxon el la mortintoj, tiuj nek edzigxas nek edzinigxas;
-
36
|Lucas 20:36|
cxar ili ne plu povas morti; cxar ili estas egalaj kun la angxeloj, kaj estas filoj de Dio, estante filoj de la relevigxo.
-
37
|Lucas 20:37|
Sed ke la mortintoj levigxas, Moseo mem montris en la arbetajxo, kiam li nomis la Eternulon la Dio de Abraham kaj la Dio de Isaak kaj la Dio de Jakob.
-
38
|Lucas 20:38|
Li estas Dio ne de mortintoj, sed de la vivantoj, cxar cxiuj vivas al Li.
-
39
|Lucas 20:39|
Kaj iuj el la skribistoj responde diris:Majstro, vi bone diris.
-
40
|Lucas 20:40|
Kaj ili ne plu kuragxis fari al li demandon.
-
41
|Lucas 20:41|
Kaj li diris al ili:Kiel oni diras, ke la Kristo estas filo de David?
-
42
|Lucas 20:42|
CXar David mem diras en la Psalmaro: La Eternulo diris al mia Sinjoro: Sidu dekstre de Mi,
-
43
|Lucas 20:43|
GXis Mi faros viajn malamikojn benketo por viaj piedoj.
-
44
|Lucas 20:44|
Tial David nomas lin Sinjoro, kaj kiamaniere li estas lia filo?
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva