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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Esperanto -
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26
|Mateus 9:26|
Kaj disiris tiu famo en tiun tutan regionon.
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27
|Mateus 9:27|
Kaj kiam Jesuo foriris de tie, du blinduloj sekvis lin, kriante kaj dirante:Kompatu nin, ho filo de David.
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28
|Mateus 9:28|
Kaj kiam li venis en la domon, la blinduloj alvenis al li, kaj Jesuo diris al ili:CXu vi kredas, ke mi povas fari cxi tion? Ili diris al li:Jes, Sinjoro.
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29
|Mateus 9:29|
Tiam li tusxis iliajn okulojn, dirante:Estu al vi laux via fido.
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30
|Mateus 9:30|
Kaj iliaj okuloj malfermigxis. Kaj Jesuo severe ordonis al ili:Gardu vin, ke neniu tion sciu.
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31
|Mateus 9:31|
Sed elirinte, ili disvastigis lian famon en tiu tuta regiono.
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32
|Mateus 9:32|
Kaj dum ili eliris, jen oni alportis al li mutan demonhavanton.
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|Mateus 9:33|
Kaj kiam la demono estis elpelita, la mutulo parolis; kaj la homamasoj miris, dirante:Neniam tia afero estas vidita en Izrael.
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34
|Mateus 9:34|
Sed la Fariseoj diris:Per la estro de la demonoj li elpelas demonojn.
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35
|Mateus 9:35|
Kaj Jesuo trairis cxiujn urbojn kaj vilagxojn, instruante en iliaj sinagogoj, kaj predikante la evangelion de la regno, kaj sanigante cxian malsanon kaj cxian malfortajxon.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva