-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Esperanto -
-
33
|Mateus 20:33|
Ili diris al li:Sinjoro, ke niaj okuloj estu malfermitaj.
-
34
|Mateus 20:34|
Kaj Jesuo, kortusxite, tusxis iliajn okulojn; kaj tuj ili ricevis vidpovon, kaj sekvis lin.
-
1
|Mateus 21:1|
Kaj kiam ili alproksimigxis al Jerusalem, kaj venis al Betfage, al la monto Olivarba, tiam Jesuo sendis du discxiplojn,
-
2
|Mateus 21:2|
dirante al ili:Iru en la vilagxon, kiu estas kontraux vi, kaj vi tuj trovos azeninon ligitan, kaj azenidon kun gxi. Ilin malligu kaj alkonduku al mi.
-
3
|Mateus 21:3|
Kaj se iu diros ion al vi, respondu:La Sinjoro bezonas ilin; kaj tuj li sendos ilin.
-
4
|Mateus 21:4|
Kaj cxi tio okazis, por ke plenumigxu tio, kio estis dirita per la profeto, nome:
-
5
|Mateus 21:5|
Diru al la filino de Cion: Jen via Regxo iras al vi, Humila kaj rajdanta sur azeno, Kaj azenido, filo de sxargxobesto.
-
6
|Mateus 21:6|
Kaj la discxiploj iris, kaj faris, kiel Jesuo ordonis al ili,
-
7
|Mateus 21:7|
kaj alkondukis la azeninon kaj la azenidon, kaj surmetis sur ilin siajn vestojn; kaj li sidis sur tion.
-
8
|Mateus 21:8|
Kaj la pli granda parto de la homamaso sternis siajn vestojn sur la vojo; kaj aliaj detrancxis brancxojn de la arboj, kaj dismetis ilin sur la vojon.
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva