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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Esperanto -
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13
|Mateus 22:13|
Tiam la regxo diris al siaj servantoj:Ligu lin mane kaj piede, kaj eljxetu lin en la eksteran mallumon; tie estos la plorado kaj la grincado de dentoj.
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14
|Mateus 22:14|
CXar multaj estas vokitaj, sed malmultaj estas elektitaj.
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15
|Mateus 22:15|
Tiam iris la Fariseoj, kaj konsiligxis, kiel ili povos impliki lin per interparolado.
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16
|Mateus 22:16|
Kaj ili sendis al li siajn discxiplojn kun la Herodanoj, por diri:Majstro, ni scias, ke vi estas verama, kaj instruas laux vero la vojon de Dio, kaj ne zorgas pri iu ajn; cxar vi ne favoras la personon de homoj.
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17
|Mateus 22:17|
Diru do al ni, kiel sxajnas al vi? cxu konvenas doni tributon al Cezaro, aux ne?
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18
|Mateus 22:18|
Sed Jesuo, sciante ilian ruzecon, diris:Kial vi min provas, hipokrituloj?
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19
|Mateus 22:19|
Montru al mi la tributan moneron. Kaj ili alportis al li denaron.
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20
|Mateus 22:20|
Kaj li diris al ili:Kies estas cxi tiu bildo kaj la surskribajxo?
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21
|Mateus 22:21|
Ili diris al li:De Cezaro. Tiam li diris al ili:Redonu do al Cezaro la proprajxon de Cezaro, kaj al Dio la proprajxon de Dio.
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22
|Mateus 22:22|
Kaj auxdinte, ili miris, kaj lin lasis kaj foriris.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva