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Peshitta (NT) -
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|Gálatas 1:1|
ܦܘܠܘܤ ܫܠܝܚܐ ܠܐ ܡܢ ܒܢܝܢܫܐ ܘܠܐ ܒܝܕ ܒܪܢܫܐ ܐܠܐ ܒܝܕ ܝܫܘܥ ܡܫܝܚܐ ܘܐܠܗܐ ܐܒܘܗܝ ܗܘ ܕܐܩܝܡܗ ܡܢ ܒܝܬ ܡܝܬܐ ܀
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|Gálatas 1:2|
ܘܟܠܗܘܢ ܐܚܐ ܕܥܡܝ ܠܥܕܬܐ ܕܐܝܬ ܒܓܠܛܝܐ ܀
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3
|Gálatas 1:3|
ܛܝܒܘܬܐ ܥܡܟܘܢ ܘܫܠܡܐ ܡܢ ܐܠܗܐ ܐܒܐ ܘܡܢ ܡܪܢ ܝܫܘܥ ܡܫܝܚܐ ܀
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|Gálatas 1:4|
ܗܘ ܕܝܗܒ ܢܦܫܗ ܚܠܦ ܚܛܗܝܢ ܕܢܦܨܝܢ ܡܢ ܥܠܡܐ ܗܢܐ ܒܝܫܐ ܐܝܟ ܨܒܝܢܗ ܕܐܠܗܐ ܐܒܘܢ ܀
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|Gálatas 1:5|
ܕܠܗ ܫܘܒܚܐ ܠܥܠܡ ܥܠܡܝܢ ܐܡܝܢ ܀
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|Gálatas 1:6|
ܡܬܕܡܪ ܐܢܐ ܐܝܟܢܐ ܒܥܓܠ ܡܬܗܦܟܝܢ ܐܢܬܘܢ ܡܢ ܡܫܝܚܐ ܗܘ ܕܩܪܟܘܢ ܒܛܝܒܘܬܗ ܠܐܚܪܬܐ ܤܒܪܬܐ ܀
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|Gálatas 1:7|
ܐܝܕܐ ܕܠܐ ܐܝܬܝܗ ܐܠܐ ܐܢܫܐ ܗܘ ܐܝܬ ܕܕܠܚܝܢ ܠܟܘܢ ܘܨܒܝܢ ܕܢܫܚܠܦܘܢ ܤܒܪܬܗ ܕܡܫܝܚܐ ܀
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|Gálatas 1:8|
ܐܦ ܐܢ ܚܢܢ ܕܝܢ ܐܘ ܡܠܐܟܐ ܡܢ ܫܡܝܐ ܢܤܒܪܟܘܢ ܠܒܪ ܡܢ ܡܐ ܕܤܒܪܢܟܘܢ ܢܗܘܐ ܚܪܡ ܀
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|Gálatas 1:9|
ܐܝܟܢܐ ܕܡܢ ܠܘܩܕܡ ܐܡܪܬ ܘܗܫܐ ܬܘܒ ܐܡܪ ܐܢܐ ܕܐܢ ܐܢܫ ܡܤܒܪ ܠܟܘܢ ܠܒܪ ܡܢ ܡܐ ܕܩܒܠܬܘܢ ܢܗܘܐ ܚܪܡ ܀
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|Gálatas 1:10|
ܗܫܐ ܓܝܪ ܠܒܢܝܢܫܐ ܗܘ ܡܦܝܤ ܐܢܐ ܐܘ ܠܐܠܗܐ ܐܘ ܠܒܢܝܢܫܐ ܒܥܐ ܐܢܐ ܕܐܫܦܪ ܐܠܘ ܓܝܪ ܥܕܡܐ ܠܗܫܐ ܠܒܢܝܢܫܐ ܫܦܪ ܗܘܝܬ ܥܒܕܐ ܕܡܫܝܚܐ ܠܐ ܗܘܐ ܗܘܝܬ ܀
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Sugestões

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24 de janeiro LAB 390
DESLEGALIZADOS - 1
Êxodo 21-23
Quanta lei encontramos na leitura de hoje! Têm as leis acerca dos escravos hebreus, leis acerca da violência e dos acidentes, leis acerca da proteção de propriedade, leis acerca das responsabilidades sociais, leis acerca do exercício da justiça, leis acerca do sábado e as leis acerca das grandes festas anuais. Na história da humanidade, sempre foi assim. Em qualquer comunidade que você conviver, encontrará regras estabelecidas para ser cumpridas. Isso se choca com uma tendência que temos: a de não gostar de regras. E é daí que vem o questionamento: “O mundo não seria melhor se não houvesse as leis? Onde fica a nossa liberdade?”
Essa é uma pergunta de muitos. Para respondê-la, usarei, nos comentários de hoje e de amanhã, os argumentos apresentados por Rodrigo P. Silva, em seu livro “Abrindo o Jogo”, da Casa Publicadora Brasileira.
O Dr. Silva explica que na palavra “liberdade” reside o grande anseio humano de todos os tempos. Todos queremos ser livres. Tal palavra tornou-se o jargão principal dos novos tempos. O que acontece, porém, é que no vocabulário popular, “liberdade” tornou-se, aos poucos, antônimo de palavras como “lei” e “regulamento”. A idéia defendida é de que quanto menos restrições tivermos, mais livres e felizes seremos, pois onde há regras não há liberdade. Não é à toa que o sexo irresponsável é comumente chamado de “amor livre”.
De modo geral, as pessoas, inconscientemente influenciadas por essa filosofia de “liberdade versus leis” acabam tendo uma atitude sempre pejorativa em face dos deveres diários. Aí entram em cena alguns “liberais”, descrevendo o que para eles seria um verdadeiro paraíso na Terra. Na verdade, as idéias de liberalismo não são mera filosofia própria de alguns adolescentes fantasiosos. Muita gente mais “adulta” já tentou argumentar racionalmente que os fins justificam os meios. Mas como se vê, a falta de regras poderia parecer o paraíso, mas, na verdade, seria um inferno vivo, um caos.
Essa imaginação de um mundo sem leis poderia se chamar “utopia”. Em outras palavras, nenhum lugar funcionaria sem leis. Veja então como é incoerente o conceito de liberdade que muitas pessoas possuem. Na verdade, o que os liberais querem é que as vontades deles próprios sejam cumpridas e que o resto do mundo lhes seja escravo. Não é o fim das leis que estão pregando, mas a ascensão do egocentrismo. Eles querem o mundo girando em torno de si e se iludem pensando que isso é possível e normal.
Veja como aquelas leis eram úteis para os israelitas. Quanto a você e eu, tiremos das leis de Êxodo 21-23, as lições para a realidade das leis que atualmente nos cercam.
Valdeci Júnior
Fátima Silva