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Peshitta (NT) -
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|Gálatas 6:1|
ܐܚܝ ܐܢ ܐܢܫ ܡܢܟܘܢ ܢܬܩܕܡ ܒܤܟܠܘܬܐ ܐܢܬܘܢ ܐܝܠܝܢ ܕܒܪܘܚ ܐܢܬܘܢ ܐܬܩܢܘܗܝ ܒܪܘܚܐ ܡܟܝܟܬܐ ܘܗܘܝܬܘܢ ܙܗܝܪܝܢ ܕܕܠܡܐ ܐܦ ܐܢܬܘܢ ܬܬܢܤܘܢ ܀
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2
|Gálatas 6:2|
ܘܛܥܢܘ ܝܘܩܪܐ ܕܚܕܕܐ ܕܗܟܢܐ ܡܡܠܝܬܘܢ ܢܡܘܤܗ ܕܡܫܝܚܐ ܀
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3
|Gálatas 6:3|
ܐܢ ܓܝܪ ܐܢܫ ܤܒܪ ܕܐܝܬܘܗܝ ܡܕܡ ܟܕ ܠܐ ܐܝܬܘܗܝ ܢܦܫܗ ܡܛܥܐ ܀
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4
|Gálatas 6:4|
ܐܠܐ ܐܢܫ ܥܒܕܗ ܢܗܘܐ ܒܩܐ ܘܗܝܕܝܢ ܒܝܢܘܗܝ ܠܢܦܫܗ ܢܗܘܐ ܫܘܒܗܪܗ ܘܠܐ ܒܐܚܪܢܐ ܀
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5
|Gálatas 6:5|
ܟܠܢܫ ܓܝܪ ܡܘܒܠܐ ܕܢܦܫܗ ܢܫܩܘܠ ܀
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6
|Gálatas 6:6|
ܢܫܬܘܬܦ ܕܝܢ ܗܘ ܕܫܡܥ ܡܠܬܐ ܠܗܘ ܡܢ ܕܡܫܡܥ ܠܗ ܒܟܠܗܝܢ ܛܒܬܐ ܀
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7
|Gálatas 6:7|
ܠܐ ܬܛܥܘܢ ܐܠܗܐ ܠܐ ܡܬܒܙܚ ܡܕܡ ܕܙܪܥ ܓܝܪ ܒܪ ܐܢܫܐ ܗܘ ܗܘ ܚܨܕ ܀
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8
|Gálatas 6:8|
ܡܢ ܕܒܒܤܪ ܙܪܥ ܡܢ ܒܤܪܐ ܚܒܠܐ ܗܘ ܚܨܕ ܘܡܢ ܕܒܪܘܚ ܙܪܥ ܡܢ ܪܘܚܐ ܚܝܐ ܕܠܥܠܡ ܢܚܨܘܕ ܀
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9
|Gálatas 6:9|
ܘܟܕ ܥܒܕܝܢܢ ܕܛܒ ܠܐ ܗܘܬ ܡܐܢܐ ܠܢ ܢܗܘܐ ܓܝܪ ܙܒܢܐ ܕܢܚܨܘܕ ܘܠܐ ܬܡܐܢ ܠܢ ܀
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10
|Gálatas 6:10|
ܗܫܐ ܗܟܝܠ ܥܕ ܙܒܢܐ ܐܝܬ ܠܢ ܢܦܠܘܚ ܛܒܬܐ ܠܘܬ ܟܠܢܫ ܝܬܝܪܐܝܬ ܠܘܬ ܒܢܝ ܒܝܬܐ ܕܗܝܡܢܘܬܐ ܀
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Sugestões

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20 de fevereiro LAB 417
PRINCÍPIOS E ORDEM
Números 25-27
Você tem lido a Bíblia direitinho? Tem estudado cada parte dela ou apenas tem feito uma leitura superficial? Tome cuidado porque o leitor da Bíblia que a lê superficialmente torna-se, automaticamente, um cristão superficial.
E não há como aprofundar-se nos conhecimentos bíblicos, principalmente na parte histórica, se ignorarmos as longas listas existentes na Bíblia. As genealogias, por exemplo, são importantes porque nelas conseguimos dados mais palpáveis para a solidificação de um conhecimento histórico, que esteja apto a responder as perguntas básicas: “Quem? Como? Onde? Quando? Por quê?”
Nessas listas, ficamos conhecendo mais de perto as pessoas e as datas. Quando você está fazendo suas anotações, muitas vezes, se quer saber mais detalhes, é preciso dar uma parada na pesquisa e consultar as listas para checar algum nome, relação, parentesco, etc. Por falar em parentesco, na leitura de hoje vemos o próprio Deus dando uma parada para checar a lista, já que a história do povo de Israel estava bagunçada.
O povo deixara de agir por princípios para agir pela lógica humana. Naquela época, a lógica era:
“A divindade está no Céu, nós estamos na Terra; a divindade manda a chuva, nós precisamos da chuva; isso é relacionamento, como um casamento; no casamento, existe o sexo, e o sexo é uma bênção; nos aproximamos da divindade através do culto, isso é relacionamento, como no casamento; logo, a maior expressão disso tudo seria praticar sexo no culto sagrado. E não será adultério, porque não é com a mulher do próximo, é com as sacerdotisas, prostitutas cultuais; e não é maldade, porque não estará matando ninguém, nem roubando, nem esfaqueando, nem brigando; é uma união em nome da paz, do amor, da religião, do bem estar de todos, e com muito prazer, é claro! Então, porque não fazer?”
Essa foi a lógica satânica que se passou na cabeça dos israelitas quando foram acampar em Sitim e se depararam com o estilo de adoração dos moabitas, que praticavam imoralidade sexual na hora dos sacrifícios para os seus deuses. Por princípio, os israelitas sabiam da importância da pureza sexual, que reserva as atividades sexuais somente para dentro do casamento. Mas pela lógica, eles tinham todos os argumentos possíveis para alimentar o prazer.
A consequência disso? Tiago 1:15 responde na teoria: “Então esse desejo, tendo concebido, dá à luz o pecado, e o pecado, após ter se consumado, gera a morte.” Na prática, a consequência disso é respondida na nossa leitura, mostrando que a bagunça geral foi a morte. Por isso existe a reorganização da lista em Números 26 e a readaptação à nova vida em Números 27.
Deus gosta da ordem!
Valdeci Júnior
Fátima Silva