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Peshitta (NT) -
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|Gálatas 4:1|
ܐܡܪ ܐܢܐ ܕܝܢ ܕܟܡܐ ܙܒܢܐ ܕܝܪܬܐ ܛܠܐ ܠܐ ܦܪܝܫ ܡܢ ܥܒܕܐ ܟܕ ܡܪܐ ܗܘ ܕܟܠܗܘܢ ܀
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|Gálatas 4:2|
ܐܠܐ ܬܚܝܬ ܐܦܛܪܘܦܐ ܐܝܬܘܗܝ ܘܪܒܝ ܒܬܐ ܥܕܡܐ ܠܙܒܢܐ ܕܤܡ ܐܒܘܗܝ ܀
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3
|Gálatas 4:3|
ܗܟܢܐ ܐܦ ܚܢܢ ܟܕ ܝܠܘܕܐ ܗܘܝܢ ܬܚܝܬ ܐܤܛܘܟܤܘܗܝ ܕܥܠܡܐ ܡܫܥܒܕܝܢ ܗܘܝܢ ܀
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4
|Gálatas 4:4|
ܟܕ ܡܛܐ ܕܝܢ ܫܘܠܡܗ ܕܙܒܢܐ ܫܕܪ ܐܠܗܐ ܠܒܪܗ ܘܗܘܐ ܡܢ ܐܢܬܬܐ ܘܗܘܐ ܬܚܝܬ ܢܡܘܤܐ ܀
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|Gálatas 4:5|
ܕܠܐܝܠܝܢ ܕܬܚܝܬ ܢܡܘܤܐ ܐܢܘܢ ܢܙܒܢ ܘܢܩܒܠ ܤܝܡܬ ܒܢܝܐ ܀
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|Gálatas 4:6|
ܘܕܐܝܬܝܟܘܢ ܕܝܢ ܒܢܝܐ ܫܕܪ ܐܠܗܐ ܪܘܚܐ ܕܒܪܗ ܠܠܒܘܬܟܘܢ ܗܝ ܕܩܪܝܐ ܐܒܐ ܐܒܘܢ ܀
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|Gálatas 4:7|
ܡܟܝܠ ܠܐ ܗܘܝܬܘܢ ܥܒܕܐ ܐܠܐ ܒܢܝܐ ܘܐܢ ܒܢܝܐ ܐܦ ܝܪܬܐ ܕܐܠܗܐ ܒܝܕ ܝܫܘܥ ܡܫܝܚܐ ܀
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|Gálatas 4:8|
ܗܝܕܝܢ ܓܝܪ ܟܕ ܠܐ ܝܕܥܝܢ ܗܘܝܬܘܢ ܠܐܠܗܐ ܦܠܚܬܘܢ ܠܗܢܘܢ ܕܡܢ ܟܝܢܗܘܢ ܠܐ ܗܘܘ ܐܠܗܐ ܀
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|Gálatas 4:9|
ܗܫܐ ܕܝܢ ܕܝܕܥܬܘܢ ܠܐܠܗܐ ܘܝܬܝܪܐܝܬ ܕܐܬܝܕܥܬܘܢ ܡܢ ܐܠܗܐ ܬܘܒ ܗܦܟܬܘܢ ܠܟܘܢ ܥܠ ܗܢܘܢ ܐܤܛܘܟܤܐ ܡܪܥܐ ܘܡܤܟܢܐ ܘܡܢ ܕܪܝܫ ܨܒܝܬܘܢ ܠܡܫܬܥܒܕܘ ܠܗܘܢ ܀
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|Gálatas 4:10|
ܝܘܡܐ ܘܝܪܚܐ ܘܙܒܢܐ ܘܫܢܝܐ ܢܛܪܝܬܘܢ ܀
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Sugestões

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24 de janeiro LAB 390
DESLEGALIZADOS - 1
Êxodo 21-23
Quanta lei encontramos na leitura de hoje! Têm as leis acerca dos escravos hebreus, leis acerca da violência e dos acidentes, leis acerca da proteção de propriedade, leis acerca das responsabilidades sociais, leis acerca do exercício da justiça, leis acerca do sábado e as leis acerca das grandes festas anuais. Na história da humanidade, sempre foi assim. Em qualquer comunidade que você conviver, encontrará regras estabelecidas para ser cumpridas. Isso se choca com uma tendência que temos: a de não gostar de regras. E é daí que vem o questionamento: “O mundo não seria melhor se não houvesse as leis? Onde fica a nossa liberdade?”
Essa é uma pergunta de muitos. Para respondê-la, usarei, nos comentários de hoje e de amanhã, os argumentos apresentados por Rodrigo P. Silva, em seu livro “Abrindo o Jogo”, da Casa Publicadora Brasileira.
O Dr. Silva explica que na palavra “liberdade” reside o grande anseio humano de todos os tempos. Todos queremos ser livres. Tal palavra tornou-se o jargão principal dos novos tempos. O que acontece, porém, é que no vocabulário popular, “liberdade” tornou-se, aos poucos, antônimo de palavras como “lei” e “regulamento”. A idéia defendida é de que quanto menos restrições tivermos, mais livres e felizes seremos, pois onde há regras não há liberdade. Não é à toa que o sexo irresponsável é comumente chamado de “amor livre”.
De modo geral, as pessoas, inconscientemente influenciadas por essa filosofia de “liberdade versus leis” acabam tendo uma atitude sempre pejorativa em face dos deveres diários. Aí entram em cena alguns “liberais”, descrevendo o que para eles seria um verdadeiro paraíso na Terra. Na verdade, as idéias de liberalismo não são mera filosofia própria de alguns adolescentes fantasiosos. Muita gente mais “adulta” já tentou argumentar racionalmente que os fins justificam os meios. Mas como se vê, a falta de regras poderia parecer o paraíso, mas, na verdade, seria um inferno vivo, um caos.
Essa imaginação de um mundo sem leis poderia se chamar “utopia”. Em outras palavras, nenhum lugar funcionaria sem leis. Veja então como é incoerente o conceito de liberdade que muitas pessoas possuem. Na verdade, o que os liberais querem é que as vontades deles próprios sejam cumpridas e que o resto do mundo lhes seja escravo. Não é o fim das leis que estão pregando, mas a ascensão do egocentrismo. Eles querem o mundo girando em torno de si e se iludem pensando que isso é possível e normal.
Veja como aquelas leis eram úteis para os israelitas. Quanto a você e eu, tiremos das leis de Êxodo 21-23, as lições para a realidade das leis que atualmente nos cercam.
Valdeci Júnior
Fátima Silva