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Peshitta (NT) -
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20
|Hebreus 7:20|
ܘܫܪܪܗ ܠܢ ܒܡܘܡܬܐ ܀
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21
|Hebreus 7:21|
ܗܢܘܢ ܓܝܪ ܕܠܐ ܡܘܡܬܐ ܗܘܘ ܟܘܡܪܐ ܗܢܐ ܕܝܢ ܒܡܘܡܬܐ ܐܝܟ ܕܐܡܪ ܠܗ ܒܝܕ ܕܘܝܕ ܕܝܡܐ ܡܪܝܐ ܘܠܐ ܢܕܓܠ ܕܐܢܬ ܗܘ ܟܘܡܪܐ ܠܥܠV ܒܕܡܘܬܗ ܕܡܠܟܝܙܕܩ ܀
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22
|Hebreus 7:22|
ܗܢܐ ܟܠܗ ܡܝܬܪܐ ܕܝܬܩܐ ܗܕܐ ܕܗܘܐ ܒܗ ܥܪܒܐ ܝܫܘܥ ܀
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23
|Hebreus 7:23|
ܘܗܢܘܢ ܗܘܘ ܟܘܡܪܐ ܤܓܝܐܐ ܡܛܠ ܕܡܝܬܝܢ ܗܘܘ ܘܠܐ ܡܫܬܒܩܝܢ ܗܘܘ ܕܢܩܘܘܢ ܀
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24
|Hebreus 7:24|
ܗܢܐ ܕܝܢ ܡܛܠ ܕܠܥܠV ܩܝV ܠܐ ܥܒܪܐ ܟܘܡܪܘܬܗ ܀
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25
|Hebreus 7:25|
ܘܡܫܟܚ ܠܡܚܝܘ ܠܥܠV ܠܐܝܠܝܢ ܕܡܬܩܪܒܝܢ ܒܐܝܕܗ ܠܐܠܗܐ ܚܝ ܗܘ ܓܝܪ ܒܟܠܙܒܢ ܘܡܤܩ ܨܠܘܬܐ ܚܠܦܝܗܘܢ ܀
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26
|Hebreus 7:26|
ܕܐܝܟ ܗܢܐ ܓܝܪ ܟܘܡܪܐ ܐܦ ܙܕܩ ܗܘܐ ܠܢ ܕܟܝܐ ܕܠܐ ܒܝܫܘ ܘܕܠܐ ܛܘܠܫܐ ܕܦܪܝܩ ܡܢ ܚܛܗܐ ܘܡܪܝV ܠܥܠ ܡܢ ܫܡܝܐ ܀
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27
|Hebreus 7:27|
ܘܠܝܬ ܠܗ ܐܘܠܨܢܐ ܟܠܝܘV ܐܝܟ ܪܒܝ ܟܘܡܪܐ ܕܠܘܩܕV ܚܠܦ ܚܛܗܘܗܝ ܢܩܪܒ ܕܒܚܐ ܘܗܝܕܝܢ ܚܠܦ ܥܡܐ ܗܕܐ ܓܝܪ ܥܒܕܗ ܚܕܐ ܙܒܢ ܒܢܦܫܗ ܕܩܪܒ ܀
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28
|Hebreus 7:28|
ܢܡܘܤܐ ܓܝܪ ܒܢܝܢܫܐ ܗܘ ܟܪܝܗܐ ܡܩܝV ܟܘܡܪܐ ܡܠܬܐ ܕܝܢ ܕܡܘܡܬܐ ܕܗܘܬ ܒܬܪ ܢܡܘܤܐ ܒܪܐ ܓܡܝܪܐ ܠܥܠV ܀
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1
|Hebreus 8:1|
ܪܝܫܐ ܕܝܢ ܕܟܠܗܝܢ ܐܝܬ ܠܢ ܪܒ ܟܘܡܪܐ ܐܝܢܐ ܕܝܬܒ ܡܢ ܝܡܝܢܐ ܕܟܘܪܤܝܐ ܕܪܒܘܬܐ ܒܫܡܝܐ ܀
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Sugestões

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15 de agosto LAB 593
CRESCIMENTO E AMADURECIMENTO
Jeremias 17-19
Na faculdade, vi uma planta crescer de maneira muito rápida e surpreendente. Dentre os vários bebedouros d’água espalhados pelo campus do centro universitário, havia um que ficava bem junto à portaria. Ele era diferente dos demais por ter o jato d’água muito forte. Até hoje, ele é assim. Se você aperta o botãozinho e não põe a boca para beber a água, ele joga um jato d’água a uns três metros de distância. Naquela época, no pedacinho de gramado que havia ao redor daquele bebedouro, a equipe de paisagismo plantou ali três mudinhas de coqueiro. Não sei o nome do coqueiro, mas é aquele tipo de palmeira ornamental. E nós alunos gostávamos de brincar de apertar o botão do bebedouro jogando a água sem bebê-la, só para ver a água cair bem em cima de um desses coqueiros. E o tempo foi passando, começou a notar-se que aquela mudinha de coqueiro que ficou vítima do jato d’água do bebedouro, por ter sido plantada bem ali, começou a ficar diferente das outras! Sério! Ela parecia mais viçosa. Então brincávamos: “Vejam! Estou colaborando com a jardinagem, apertando esse bebedouro aqui...” No inverno, eu chegava a ficar com dó daquela plantinha, em ver tanta água tão fria a abater-se sobre ela, o tempo todo. Os anos se passaram. Muitas e muitas pessoas, ao tomar a água daquele bebedouro, terminam deixando-a espirrar naquele coqueiro, e o resultado é que quando eu volto lá hoje, vejo três grandes palmeiras, mas com um detalhe: uma delas é muito, muito, muito maior do que as outras. Seu tronco é muito mais forte, e de uma espessura muito superior. Ela pode oferecer uma sombra muito maior. Hoje, quando o jato d’água vem do bebedouro, não cai mais por cima da planta. Ele bate ao pé do grande e maior de todos os coqueiros.
Sabe o que isso significa?
Significa o que você vai ler na leitura de hoje, em Jeremias 17. O homem que se afasta do Senhor é como um arbusto no deserto, longe d’água. Ele seca e morre. Mas a pessoa cuja confiança está no Senhor é como uma árvore plantada junto às águas. A palmeira do bebedouro! Cresce, floresce, fica linda, deixa as pessoas felizes, sorri para a vida e tem muito a oferecer.
Que tipo de pessoa você quer ser?
A vida do coqueiro da nossa história não era um mar-de-rosas. Ele vivia molhado, com água gelada. Mas compensou. Se você quiser ser recompensado também, precisa deixar que o oleiro, de Jeremias 18-19, quebre-o, molhe-o, corte-o, amasse-o, remodele-o, asse-o e, enfim, apresente-o como obra-prima das mãos de um Deus perfeito.
Valdeci Júnior
Fátima Silva