-
-
Peshitta (NT) -
-
1
|Hebreus 5:1|
ܟܠ ܪܒ ܟܘܡܪܐ ܓܝܪ ܕܡܢ ܒܢܝܢܫܐ ܗܘܐ ܚܠܦ ܒܢܝܢܫܐ ܩܐܡ ܥܠ ܐܝܠܝܢ ܕܕܐܠܗܐ ܐܢܝܢ ܕܢܩܪܒ ܩܘܪܒܢܐ ܘܕܒܚܐ ܚܠܦ ܚܛܗܐ ܀
-
2
|Hebreus 5:2|
ܐܝܢܐ ܕܡܫܟܚ ܕܢܡܟ ܢܦܫܗ ܘܢܚܫ ܥܡ ܐܝܠܝܢ ܕܠܐ ܝܕܥܝܢ ܘܛܥܝܢ ܡܛܠ ܕܐܦ ܗܘ ܟܪܝܗܘܬܐ ܠܒܝܫ ܀
-
3
|Hebreus 5:3|
ܘܡܛܠܬܗ ܚܝܒ ܗܘ ܕܐܝܟܢܐ ܕܚܠܦ ܥܡܐ ܗܟܢܐ ܐܦ ܚܠܦ ܢܦܫܗ ܢܩܪܒ ܥܠ ܚܛܗܘܗܝ ܀
-
4
|Hebreus 5:4|
ܘܠܐ ܗܘܐ ܠܢܦܫܗ ܐܢܫ ܢܤܒ ܐܝܩܪܐ ܐܠܐ ܐܝܢܐ ܕܡܬܩܪܐ ܡܢ ܐܠܗܐ ܐܝܟܢܐ ܕܐܗܪܘܢ ܀
-
5
|Hebreus 5:5|
ܗܟܢܐ ܐܦ ܡܫܝܚܐ ܠܐ ܗܘܐ ܢܦܫܗ ܫܒܚ ܕܢܗܘܐ ܪܒ ܟܘܡܪܐ ܐܠܐ ܗܘ ܕܐܡܪ ܠܗ ܕܒܪܝ ܐܢܬ ܐܢܐ ܝܘܡܢܐ ܝܠܕܬܟ ܀
-
6
|Hebreus 5:6|
ܐܝܟ ܕܐܦ ܒܕܘܟܬܐ ܐܚܪܬܐ ܐܡܪ ܕܐܢܬ ܗܘ ܟܘܡܪܐ ܠܥܠܡ ܒܕܡܘܬܗ ܕܡܠܟܝܙܕܩ ܀
-
7
|Hebreus 5:7|
ܐܦ ܟܕ ܒܤܪܐ ܠܒܝܫ ܗܘܐ ܒܥܘܬܐ ܘܬܟܫܦܬܐ ܒܓܥܬܐ ܚܝܠܬܢܝܬܐ ܘܒܕܡܥܐ ܩܪܒ ܗܘܐ ܠܡܢ ܕܡܫܟܚ ܗܘܐ ܡܢ ܡܘܬܐ ܕܢܚܝܘܗܝ ܘܐܫܬܡܥ ܀
-
8
|Hebreus 5:8|
ܘܟܕ ܛܒ ܒܪܐ ܐܝܬܘܗܝ ܡܢ ܕܚܠܬܐ ܘܚܫܐ ܕܤܒܠ ܝܠܦܗ ܠܡܫܬܡܥܢܘܬܐ ܀
-
9
|Hebreus 5:9|
ܘܗܟܢܐ ܐܬܓܡܪ ܘܗܘܐ ܠܟܠܗܘܢ ܐܝܠܝܢ ܕܡܫܬܡܥܝܢ ܠܗ ܥܠܬܐ ܕܚܝܐ ܕܠܥܠܡ ܀
-
10
|Hebreus 5:10|
ܘܐܫܬܡܗ ܡܢ ܐܠܗܐ ܪܒ ܟܘܡܪܐ ܒܕܡܘܬܗ ܕܡܠܟܝܙܕܩ ܀
-
-
Sugestões

Clique para ler 2 Crônicas 24-25
17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva