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Peshitta (NT) -
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|Hebreus 6:1|
ܡܛܠ ܗܢܐ ܢܫܒܘܩ ܫܘܪܝܐ ܕܡܠܬܗ ܕܡܫܝܚܐ ܘܢܐܬܐ ܠܓܡܝܪܘܬܐ ܐܘ ܠܡܐ ܬܘܒ ܫܬܐܤܬܐ ܐܚܪܬܐ ܡܪܡܝܬܘܢ ܠܬܝܒܘܬܐ ܡܢ ܥܒܕܐ ܡܝܬܐ ܘܠܗܝܡܢܘܬܐ ܕܒܐܠܗܐ ܀
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2
|Hebreus 6:2|
ܘܠܝܘܠܦܢܐ ܕܡܥܡܘܕܝܬܐ ܘܕܤܝܡ ܐܝܕܐ ܘܠܩܝܡܬܐ ܕܡܢ ܒܝܬ ܡܝܬܐ ܘܠܕܝܢܐ ܕܠܥܠܡ ܀
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3
|Hebreus 6:3|
ܐܢ ܡܪܝܐ ܡܦܤ ܢܥܒܕ ܗܕܐ ܀
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4
|Hebreus 6:4|
ܐܠܐ ܠܐ ܡܫܟܚܝܢ ܗܢܘܢ ܕܚܕܐ ܙܒܢ ܠܡܥܡܘܕܝܬܐ ܢܚܬܘ ܘܛܥܡܘ ܡܘܗܒܬܐ ܕܡܢ ܫܡܝܐ ܘܢܤܒܘ ܪܘܚܐ ܕܩܘܕܫܐ ܀
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5
|Hebreus 6:5|
ܘܛܥܡܘ ܡܠܬܐ ܛܒܬܐ ܕܐܠܗܐ ܘܚܝܠܐ ܕܥܠܡܐ ܕܥܬܝܕ ܀
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6
|Hebreus 6:6|
ܕܬܘܒ ܢܚܛܘܢ ܕܡܢ ܕܪܝܫ ܢܬܚܕܬܘܢ ܠܬܝܒܘܬܐ ܘܡܢ ܕܪܝܫ ܢܙܩܦܘܢ ܠܒܪܗ ܕܐܠܗܐ ܘܢܨܥܪܘܢ ܀
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7
|Hebreus 6:7|
ܐܪܥܐ ܓܝܪ ܕܐܫܬܝܬ ܡܛܪܐ ܕܐܬܐ ܠܗ ܙܒܢܝܢ ܤܓܝܐܢ ܘܐܘܥܝܬ ܥܤܒܐ ܕܚܫܚ ܠܗܢܘܢ ܕܡܛܠܬܗܘܢ ܡܬܦܠܚܐ ܡܩܒܠܐ ܒܘܪܟܬܐ ܡܢ ܐܠܗܐ ܀
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8
|Hebreus 6:8|
ܐܢ ܗܘ ܕܝܢ ܕܬܦܩ ܩܘܪܛܒܐ ܘܕܪܕܪܐ ܗܘܝܐ ܠܗ ܡܤܠܝܬܐ ܘܠܐ ܪܚܝܩܐ ܡܢ ܠܘܛܬܐ ܐܠܐ ܚܪܬܗ ܝܩܕܢܐ ܗܘ ܀
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|Hebreus 6:9|
ܡܦܝܤܝܢܢ ܕܝܢ ܥܠܝܟܘܢ ܐܚܝ ܐܝܠܝܢ ܕܫܦܝܪܢ ܘܩܪܝܒܢ ܠܚܝܐ ܐܦܢ ܗܟܢܐ ܡܡܠܠܝܢܢ ܀
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|Hebreus 6:10|
ܠܐ ܗܘܐ ܓܝܪ ܥܘܠ ܐܠܗܐ ܕܢܛܥܐ ܥܒܕܝܟܘܢ ܘܚܘܒܟܘܢ ܗܘ ܕܚܘܝܬܘܢ ܒܫܡܗ ܕܫܡܫܬܘܢ ܠܩܕܝܫܐ ܘܡܫܡܫܝܬܘܢ ܀
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Sugestões

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24 de janeiro LAB 390
DESLEGALIZADOS - 1
Êxodo 21-23
Quanta lei encontramos na leitura de hoje! Têm as leis acerca dos escravos hebreus, leis acerca da violência e dos acidentes, leis acerca da proteção de propriedade, leis acerca das responsabilidades sociais, leis acerca do exercício da justiça, leis acerca do sábado e as leis acerca das grandes festas anuais. Na história da humanidade, sempre foi assim. Em qualquer comunidade que você conviver, encontrará regras estabelecidas para ser cumpridas. Isso se choca com uma tendência que temos: a de não gostar de regras. E é daí que vem o questionamento: “O mundo não seria melhor se não houvesse as leis? Onde fica a nossa liberdade?”
Essa é uma pergunta de muitos. Para respondê-la, usarei, nos comentários de hoje e de amanhã, os argumentos apresentados por Rodrigo P. Silva, em seu livro “Abrindo o Jogo”, da Casa Publicadora Brasileira.
O Dr. Silva explica que na palavra “liberdade” reside o grande anseio humano de todos os tempos. Todos queremos ser livres. Tal palavra tornou-se o jargão principal dos novos tempos. O que acontece, porém, é que no vocabulário popular, “liberdade” tornou-se, aos poucos, antônimo de palavras como “lei” e “regulamento”. A idéia defendida é de que quanto menos restrições tivermos, mais livres e felizes seremos, pois onde há regras não há liberdade. Não é à toa que o sexo irresponsável é comumente chamado de “amor livre”.
De modo geral, as pessoas, inconscientemente influenciadas por essa filosofia de “liberdade versus leis” acabam tendo uma atitude sempre pejorativa em face dos deveres diários. Aí entram em cena alguns “liberais”, descrevendo o que para eles seria um verdadeiro paraíso na Terra. Na verdade, as idéias de liberalismo não são mera filosofia própria de alguns adolescentes fantasiosos. Muita gente mais “adulta” já tentou argumentar racionalmente que os fins justificam os meios. Mas como se vê, a falta de regras poderia parecer o paraíso, mas, na verdade, seria um inferno vivo, um caos.
Essa imaginação de um mundo sem leis poderia se chamar “utopia”. Em outras palavras, nenhum lugar funcionaria sem leis. Veja então como é incoerente o conceito de liberdade que muitas pessoas possuem. Na verdade, o que os liberais querem é que as vontades deles próprios sejam cumpridas e que o resto do mundo lhes seja escravo. Não é o fim das leis que estão pregando, mas a ascensão do egocentrismo. Eles querem o mundo girando em torno de si e se iludem pensando que isso é possível e normal.
Veja como aquelas leis eram úteis para os israelitas. Quanto a você e eu, tiremos das leis de Êxodo 21-23, as lições para a realidade das leis que atualmente nos cercam.
Valdeci Júnior
Fátima Silva