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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Xhosa -
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|Salmos 71:4|
Thixo wam, ndisize esandleni songendawo, Esandleni sogqwethayo nosisibhovubhovu.
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|Salmos 71:5|
Ngokuba ulithemba lam, Nkosi yam, Yehova, Inkoloseko yam kwasebuncinaneni bam.
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|Salmos 71:6|
Ndixhaswe nguwe kwasesizalweni; Nguwe owandityhobozisayo ezibilinini zikama. Indumiso yam ingawe ngamaxesha onke.
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7
|Salmos 71:7|
Ndinjengesimanga kwabaninzi; Ke wena ulihlathi lam elinqabileyo.
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8
|Salmos 71:8|
Umlomo wam uya kuzala yindumiso yakho, Sisihombo sakho imini yonke.
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9
|Salmos 71:9|
Musa ukundilahla ngexesha lobuxhego; Musa ukundishiya akuphela amandla am.
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10
|Salmos 71:10|
Ngokuba zithetha ngam iintshaba zam; Abawulindayo umphefumlo wam bayacebisana,
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11
|Salmos 71:11|
Besithi, UThixo umlahlile; Msukeleni nimbambe, ngokuba akukho mhlanguli.
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|Salmos 71:12|
Thixo, musa ukuba kude kum; Thixo wam, khawuleza undincede.
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|Salmos 71:13|
Mabadane, bagqitywe, abawuchasayo umphefumlo wam, Bathiwe wambu yingcikivo nehlazo abafuna ukuba ndihlelwe bububi.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva