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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
141-
Xhosa -
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1
|Salmos 141:1|
Umhobe kaDavide. Yehova, ndiyakunqula, khawuleza uze kum; Libekele indlebe izwi lam ekudandulukeni kwam kuwe.
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2
|Salmos 141:2|
Umthandazo wam mawuhlale uhleli phambi kwakho usisiqhumiso, Nokuphakamisa kwam izandla kube ngumnikelo wangokuhlwa.
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3
|Salmos 141:3|
Umlomo wam wumisele umlindi, Yehova; Misa umgcini emnyango womlomo wam.
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4
|Salmos 141:4|
Intliziyo yam musa ukuyithobela entweni embi, Ukuba isebenze intlondi yokungendawo Namadoda asebenza ubutshinga; Mandingazidli izimnandi zawo.
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5
|Salmos 141:5|
Malindibethe ilungisa linenceba, lindohlwaye; Ioli enjalo yentloko ayingeyali intloko yam: Ngokuba usekho nomthandazo wam ebubini bawo.
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6
|Salmos 141:6|
Bakhahlelwa emacaleni engxondorha abagwebi bawo, Beve amazwi am ukuba amnandi.
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7
|Salmos 141:7|
Njengolimayo enqika umhlaba, Anjalo ukuthi saa amathambo ethu emlonyeni wengcwaba.
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8
|Salmos 141:8|
Ngokuba akuwe, Yehova, Nkosi yam, amehlo am; Ndizimela ngawe; musa ukuwuphalaza umphefumlo wam.
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9
|Salmos 141:9|
Ndigcine esangweni lomgibe wabandithiyelayo, Nasezirhintyelweni zabasebenza ubutshinga.
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10
|Salmos 141:10|
Mabeyele ezintanjeni zabo abangendawo, Ndide ndidlule mna okukanye.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva