-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
João Ferreira de Almeida Corrigida e Revisada, Fiel -
-
1
|Ezequiel 41:1|
Então me levou ao templo, e mediu os pilares, seis cóvados de largura de um lado, e seis cóvados de largura do outro, que era a largura da tenda.
-
2
|Ezequiel 41:2|
E a largura da entrada, dez cóvados; e os lados da entrada, cinco cóvados de um lado e cinco cóvados do outro; também mediu o seu comprimento, de quarenta cóvados, e a largura, de vinte cóvados.
-
3
|Ezequiel 41:3|
E entrou no interior, e mediu o pilar da entrada, dois cóvados, e a entrada, seis cóvados, e a largura da entrada, sete cóvados.
-
4
|Ezequiel 41:4|
Também mediu o seu comprimento, vinte cóvados, e a largura, vinte cóvados, diante do templo, e disse-me: Este é o Santo dos Santos.
-
5
|Ezequiel 41:5|
E mediu a parede da casa, seis cóvados, e a largura das cámaras laterais, quatro cóvados, por todo o redor da casa.
-
6
|Ezequiel 41:6|
E as cámaras laterais, estavam em três andares, cámara sobre cámara, trinta em cada andar, e elas entravam na parede que tocava na casa pelas cámaras laterais em redor, para prenderem nela, e não travavam na parede da casa.
-
7
|Ezequiel 41:7|
E havia maior largura nas cámaras laterais superiores, porque o caracol da casa ia subindo muito alto por todo o redor da casa, por isso que a casa tinha mais largura para cima; e assim da cámara baixa se subia à mais alta pelo meio.
-
8
|Ezequiel 41:8|
E olhei para a altura da casa ao redor; e eram os fundamentos das cámaras laterais da medida de uma cana inteira, seis cóvados grandes.
-
9
|Ezequiel 41:9|
A grossura da parede das cámaras laterais de fora era de cinco cóvados; e o que foi deixado vazio era o lugar das cámaras laterais, que estavam por dentro.
-
10
|Ezequiel 41:10|
E entre as cámaras havia a largura de vinte cóvados por todo o redor da casa.
-
-
Sugestões

Clique para ler João 4-6
29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva