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American Standard Version (1901) -
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22
|1 João 3:22|
and whatsoever we ask we receive of him, because we keep his commandments and do the things that are pleasing in his sight.
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23
|1 João 3:23|
And this is his commandment, that we should believe in the name of his Son Jesus Christ, and love one another, even as he gave us commandment.
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24
|1 João 3:24|
And he that keepeth his commandments abideth in him, and he in him. And hereby we know that he abideth in us, by the Spirit which he gave us.
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1
|1 João 4:1|
Beloved, believe not every spirit, but prove the spirits, whether they are of God; because many false prophets are gone out into the world.
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2
|1 João 4:2|
Hereby know ye the Spirit of God: every spirit that confesseth that Jesus Christ is come in the flesh is of God:
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3
|1 João 4:3|
and every spirit that confesseth not Jesus is not of God: and this is the [spirit] of the antichrist, whereof ye have heard that it cometh; and now it is in the world already.
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4
|1 João 4:4|
Ye are of God, [my] little children, and have overcome them: because greater is he that is in you than he that is in the world.
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5
|1 João 4:5|
They are of the world: therefore speak they [as] of the world, and the world heareth them.
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6
|1 João 4:6|
We are of God: he that knoweth God heareth us; he who is not of God heareth us not. By this we know the spirit of truth, and the spirit of error.
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7
|1 João 4:7|
Beloved, let us love one another: for love is of God; and every one that loveth is begotten of God, and knoweth God.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva