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American Standard Version (1901) -
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23
|2 Timóteo 2:23|
But foolish and ignorant questionings refuse, knowing that they gender strifes.
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24
|2 Timóteo 2:24|
And the Lord's servant must not strive, but be gentle towards all, apt to teach, forbearing,
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25
|2 Timóteo 2:25|
in meekness correcting them that oppose themselves; if peradventure God may give them repentance unto the knowledge of the truth,
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26
|2 Timóteo 2:26|
and they may recover themselves out of the snare of the devil, having been taken captive by him unto his will.
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1
|2 Timóteo 3:1|
But know this, that in the last days grievous times shall come.
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2
|2 Timóteo 3:2|
For men shall be lovers of self, lovers of money, boastful, haughty, railers, disobedient to parents, unthankful, unholy,
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3
|2 Timóteo 3:3|
without natural affection, implacable, slanderers, without self-control, fierce, no lovers of good,
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4
|2 Timóteo 3:4|
traitors, headstrong, puffed up, lovers of pleasure rather than lovers of God;
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5
|2 Timóteo 3:5|
holding a form of godliness, but having denied the power therefore. From these also turn away.
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6
|2 Timóteo 3:6|
For of these are they that creep into houses, and take captive silly women laden with sins, led away by divers lusts,
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Sugestões

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04 de janeiro LAB 370
DESDE QUANDO?
Gênesis 12-15
De Martinho Lutero, herdamos a doutrina da justificação pela fé. Ele aprendeu isso nos escritos de Paulo. Mas o apóstolo buscou tal ensinamento junto à cruz. Então, onde tudo começou?
Abraão viveu no tempo do Velho Testamento. Será que ele foi salvo pela Lei? Pelo contrário! Não foi justificado por suas obras, mas porque creu. “Pois que diz a Escritura? Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça. Mas, ao que não trabalha, porém crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é atribuída como justiça” (Romanos 4:3 e 5; Gálatas 3:6; Tiago 2:23; cf. Gênesis 15:6).
Um soldado do exército imperial estava condenado a morrer. A mãe daquele oficial, em lágrimas, aos pés do imperador, rogou-lhe para que seu filho fosse perdoado. Napoleão Bonaparte, de pronto, negou, porque se tratava de um reincidente e era por isso que a justiça exigia a execução do réu.
Desesperada, a mãe tentou argumentar dizendo-lhe:
- Mas não estou pedindo justiça para o meu filho, ó grande. O que peço é misericórdia, senhor, misericórdia!
O monarca replicou:
- Ele não merece misericórdia.
Ela, porém insistiu suplicando:
- Sim senhor, disso eu sei. Se ele a merecesse, não seria misericórdia, seria justiça.
Essa verdade tocou o coração do imperador, e ele respondeu:
- Concederei a seu filho minha misericórdia.
“Se tu tivesses feito uma lista dos nossos pecados, quem escaparia da condenação? Mas tu nos perdoas, e por isso nós te tememos... ponha a sua esperança no Deus Eterno porque o seu amor é fiel, e ele sempre está disposto a salvar” (Salmo 130:3-7 - BLH). Apenas confesse seus pecados a Deus, pois “se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1João 1:9).
A obra de Jesus, consumada na cruz, satisfez plenamente a justiça de Deus. Se você aceitá-la, alcançará misericórdia e perdão.
“Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios. Dificilmente, alguém morreria por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém se anime a morrer. Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5:6-8).
Resumindo, justificação pela fé é, em Seu infinito amor e misericórdia, Deus fazendo a Jesus “pecado por nós; para que, nEle, fôssemos feitos justiça de Deus” (2Coríntios 5:21). Através da fé em Cristo, os corações são preenchidos pelo Espírito Santo. Por meio dessa mesma fé, dom da graça de Deus (Romanos 12:3; Efésios 2:8), os pecadores arrependidos são considerados justos (Romanos 3:28). A salvação sempre aconteceu assim.
Valdeci Júnior
Fátima Silva