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American Standard Version (1901) -
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11
|Daniel 7:11|
I beheld at that time because of the voice of the great words which the horn spake; I beheld even till the beast was slain, and its body destroyed, and it was given to be burned with fire.
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12
|Daniel 7:12|
And as for the rest of the beasts, their dominion was taken away: yet their lives were prolonged for a season and a time.
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13
|Daniel 7:13|
I saw in the night-visions, and, behold, there came with the clouds of heaven one like unto a son of man, and he came even to the ancient of days, and they brought him near before him.
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14
|Daniel 7:14|
And there was given him dominion, and glory, and a kingdom, that all the peoples, nations, and languages should serve him: his dominion is an everlasting dominion, which shall not pass away, and his kingdom that which shall not be destroyed.
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15
|Daniel 7:15|
As for me, Daniel, my spirit was grieved in the midst of my body, and the visions of my head troubled me.
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16
|Daniel 7:16|
I came near unto one of them that stood by, and asked him the truth concerning all this. So he told me, and made me know the interpretation of the things.
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17
|Daniel 7:17|
These great beasts, which are four, are four kings, that shall arise out of the earth.
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18
|Daniel 7:18|
But the saints of the Most High shall receive the kingdom, and possess the kingdom for ever, even for ever and ever.
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19
|Daniel 7:19|
Then I desired to know the truth concerning the fourth beast, which was diverse from all of them, exceeding terrible, whose teeth were of iron, and its nails of brass; which devoured, brake in pieces, and stamped the residue with its feet;
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20
|Daniel 7:20|
and concerning the ten horns that were on its head, and the other [horn] which came up, and before which three fell, even that horn that had eyes, and a mouth that spake great things, whose look was more stout than its fellows.
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Sugestões

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26 de maio LAB 512
NÃO PODERIA FALTAR A REGRA ÁUREA
Neemias 05-08
Em nosso comentário de hoje, quero destacar um ocorrido com os compatriotas de Neemias, que está descrito no capítulo 6 do seu livro. Na realidade, não era apenas um ocorrido, era um problemão.
Enquanto os israelitas estavam reconstruindo os muros de Jerusalém, surgiu a grave questão da opressão. Sabe como é, né? Os mais ricos se aproveitando dos mais pobres. Enquanto o rico ajuda o pobre, não está acontecendo nada mais que a obrigação social, na visão de que Deus deixou: mais recursos nas mãos de um que de outro justamente para aquele ajudar este. Quando passa disso para indiferença, cada um ficando na sua, e o rico não ajuda o pobre, não está acontecendo o que deveria acontecer, mas, muitas vezes, até que ainda dá para suportar.
Agora, quando o rico passa a sugar do mais pobre, fazendo-o sofrer só para se engordar cada vez mais, aí não dá para suportar. E era exatamente isso que estava acontecendo naquele contexto da leitura bíblica de hoje.
E o que isso tem a ver conosco? Talvez você pense: “Tudo bem, pastor. Sei que os Estados Unidos estão pecando e sendo injustos em enriquecer as nossas custas, nos explorando; sei que as multinacionais européias só sugam do Brasil para deixar a Europa mais rica enquanto ficamos mais pobres, mas o que posso fazer?” Às vezes, tendemos a pensar assim. É certo que não podemos mudar o mundo, mas podemos corrigir nossa conduta pessoal sobre esse assunto.
No livro “Southern Watchman”, encontrei o seguinte: “Os costumes do mundo não servem de critério para o cristão. Ele não deve imitar-lhe as práticas desonestas, as falcatruas e extorsões, mesmo que em pequenas questões. Todo ato injusto para com os semelhantes, embora sejam os mais vis pecadores, constitui uma violação da regra áurea. Toda injustiça aos filhos de Deus é efetuada contra o próprio Cristo na pessoa de Seus santos. Toda tentativa para tirar vantagens pessoais da ignorância, fraqueza ou infortúnio de outrem é registrada como fraude, nos livros do Céu.” Já pensou?
Na época de Neemias as transações financeiras injustas e opressivas ameaçavam o êxito do programa de construção e o bem-estar da nação. Essa experiência simplesmente realça o fato de que as nossas relações comerciais estão relacionadas com nossas crenças religiosas porque a moralidade e a religião precisam atuar juntas, na nossa vida, sempre. Seja nos seis dias da semana enquanto estamos trabalhando ou no sábado quando estamos adorando, sempre.
Lembre-se: A regra áurea deve servir de guia. Onde quer que for, faça aos outros o que gostaria que fizessem a você sempre. É A REGRA ÁUREA!
Valdeci Júnior
Fátima Silva