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American Standard Version (1901) -
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11
|Daniel 8:11|
Yea, it magnified itself, even to the prince of the host; and it took away from him the continual [burnt-offering], and the place of his sanctuary was cast down.
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12
|Daniel 8:12|
And the host was given over [to it] together with the continual [burnt-offering] through transgression; and it cast down truth to the ground, and it did [its pleasure] and prospered.
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13
|Daniel 8:13|
Then I heard a holy one speaking; and another holy one said unto that certain one who spake, How long shall be the vision [concerning] the continual [burnt-offering], and the transgression that maketh desolate, to give both the sanctuary and the host to be trodden under foot?
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14
|Daniel 8:14|
And he said unto me, Unto two thousand and three hundred evenings [and] mornings; then shall the sanctuary be cleansed.
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15
|Daniel 8:15|
And it came to pass, when I, even I Daniel, had seen the vision, that I sought to understand it; and, behold, there stood before me as the appearance of a man.
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16
|Daniel 8:16|
And I heard a man's voice between [the banks of] the Ulai, which called, and said, Gabriel, make this man to understand the vision.
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17
|Daniel 8:17|
So he came near where I stood; and when he came, I was affrighted, and fell upon my face: but he said unto me, Understand, O son of man; for the vision belongeth to the time of the end.
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18
|Daniel 8:18|
Now as he was speaking with me, I fell into a deep sleep with my face toward the ground; but he touched me, and set me upright.
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19
|Daniel 8:19|
And he said, Behold, I will make thee know what shall be in the latter time of the indignation; for it belongeth to the appointed time of the end.
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20
|Daniel 8:20|
The ram which thou sawest, that had the two horns, they are the kings of Media and Persia.
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Sugestões

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10 de março LAB 435
A ESCOLHA DO COMPANHEIRO DE VIDA
Josué 01-13
Lendo “Josué”, pode-se perceber que não era aceitável que israelita algum se unisse em casamento com qualquer pessoa daquela terra que eles estavam conquistando. Isso era uma preocupação preventiva quanto às possíveis violações matrimoniais que poderiam surgir dentro de um casamento. E como essa ainda é uma preocupação válida, pensemos sobre algumas questões importantes na escolha do companheiro de vida.
H. Jackson Brown Jr. - escritor, compositor e artista – deu um presente para o filho um caderno com centenas de ideias e sugestões que havia anotado no decorrer de sua vida. Dentre essas instruções, havia uma que dizia: “Escolha muito bem o seu cônjuge. Dessa decisão única resultarão 90% de toda sua felicidade ou de toda a sua desgraça.” Que verdade!
Geralmente, escolhemos alguém por um ou mais dos seguintes motivos: a)Alcançar uma vida cheia de significado; b)Satisfazer nossas próprias necessidades de amor, aceitação, segurança, reconhecimento e interação; c)Ter alguém com quem compartilhar, com quem desenvolver-nos social, física, intelectual e espiritualmente.
Mas será que os nossos motivos estão certos?
O que levamos em conta ao escolher? A beleza, as experiências, as necessidades, as metas pessoais, os princípios religiosos e a escala pessoal de valores? E para se conhecer?
Pergunto isso porque, emocionalmente comprometidos, temos a tendência de não olharmos de maneira honesta para nós mesmos e para quem estamos amando. Temos medo de descobrir as coisas desagradáveis. No entanto, é imprescindível identificarmos nossos pontos fortes e fracos se quisermos ter sucesso ao escolher e se ajustar com quem casar.
Portanto, se você ainda não escolheu o companheiro da sua vida:
a) Se avalie;
b) Avalie a pessoa com quem quer se casar;
c) Veja até onde vai o respeito;
d) Estude os efeitos das suas possíveis reações.
Se você já é casado, quero propor para o seu casamento um relacionamento que vai além da entrega de uma pessoa à outra. Trata-se de uma relação compartilhada a três. Sim, você compartilhando a pessoa que você ama com uma terceira pessoa: Deus.
Se um casal deseja ter unidade entre si, deve buscar também a união com Deus. Algumas formas de fazer com que o relacionamento com Deus seja real na relação a dois é através da devoção pessoal, da oração, da participação nas atividades da igreja e da coerência em viver a prática do cristianismo que professa.
Quem aceita a direção divina em seus planos e ideais consegue constituir uma família harmoniosa e que valerá a pena, para a sociedade e para as gerações futuras.
Deus se preocupa com o bem-estar do ser humano, inclusive o seu. Ele é o mais interessado na sua felicidade.
Valdeci Júnior
Fátima Silva