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American Standard Version (1901) -
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11
|Daniel 1:11|
Then said Daniel to the steward whom the prince of the eunuchs had appointed over Daniel, Hananiah, Mishael, and Azariah:
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12
|Daniel 1:12|
Prove thy servants, I beseech thee, ten days; and let them give us pulse to eat, and water to drink.
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13
|Daniel 1:13|
Then let our countenances be looked upon before thee, and the countenance of the youths that eat of the king's dainties; and as thou seest, deal with thy servants.
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14
|Daniel 1:14|
So he hearkened unto them in this matter, and proved them ten days.
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15
|Daniel 1:15|
And at the end of ten days their countenances appeared fairer, and they were fatter in flesh, than all the youths that did eat of the king's dainties.
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16
|Daniel 1:16|
So the steward took away their dainties, and the wine that they should drink, and gave them pulse.
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17
|Daniel 1:17|
Now as for these four youths, God gave them knowledge and skill in all learning and wisdom: and Daniel had understanding in all visions and dreams.
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18
|Daniel 1:18|
And at the end of the days which the king had appointed for bringing them in, the prince of the eunuchs brought them in before Nebuchadnezzar.
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19
|Daniel 1:19|
And the king communed with them; and among them all was found none like Daniel, Hananiah, Mishael, and Azariah: therefore stood they before the king.
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20
|Daniel 1:20|
And in every matter of wisdom and understanding, concerning which the king inquired of them, he found them ten times better than all the magicians and enchanters that were in all his realm.
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Sugestões

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10 de março LAB 435
A ESCOLHA DO COMPANHEIRO DE VIDA
Josué 01-13
Lendo “Josué”, pode-se perceber que não era aceitável que israelita algum se unisse em casamento com qualquer pessoa daquela terra que eles estavam conquistando. Isso era uma preocupação preventiva quanto às possíveis violações matrimoniais que poderiam surgir dentro de um casamento. E como essa ainda é uma preocupação válida, pensemos sobre algumas questões importantes na escolha do companheiro de vida.
H. Jackson Brown Jr. - escritor, compositor e artista – deu um presente para o filho um caderno com centenas de ideias e sugestões que havia anotado no decorrer de sua vida. Dentre essas instruções, havia uma que dizia: “Escolha muito bem o seu cônjuge. Dessa decisão única resultarão 90% de toda sua felicidade ou de toda a sua desgraça.” Que verdade!
Geralmente, escolhemos alguém por um ou mais dos seguintes motivos: a)Alcançar uma vida cheia de significado; b)Satisfazer nossas próprias necessidades de amor, aceitação, segurança, reconhecimento e interação; c)Ter alguém com quem compartilhar, com quem desenvolver-nos social, física, intelectual e espiritualmente.
Mas será que os nossos motivos estão certos?
O que levamos em conta ao escolher? A beleza, as experiências, as necessidades, as metas pessoais, os princípios religiosos e a escala pessoal de valores? E para se conhecer?
Pergunto isso porque, emocionalmente comprometidos, temos a tendência de não olharmos de maneira honesta para nós mesmos e para quem estamos amando. Temos medo de descobrir as coisas desagradáveis. No entanto, é imprescindível identificarmos nossos pontos fortes e fracos se quisermos ter sucesso ao escolher e se ajustar com quem casar.
Portanto, se você ainda não escolheu o companheiro da sua vida:
a) Se avalie;
b) Avalie a pessoa com quem quer se casar;
c) Veja até onde vai o respeito;
d) Estude os efeitos das suas possíveis reações.
Se você já é casado, quero propor para o seu casamento um relacionamento que vai além da entrega de uma pessoa à outra. Trata-se de uma relação compartilhada a três. Sim, você compartilhando a pessoa que você ama com uma terceira pessoa: Deus.
Se um casal deseja ter unidade entre si, deve buscar também a união com Deus. Algumas formas de fazer com que o relacionamento com Deus seja real na relação a dois é através da devoção pessoal, da oração, da participação nas atividades da igreja e da coerência em viver a prática do cristianismo que professa.
Quem aceita a direção divina em seus planos e ideais consegue constituir uma família harmoniosa e que valerá a pena, para a sociedade e para as gerações futuras.
Deus se preocupa com o bem-estar do ser humano, inclusive o seu. Ele é o mais interessado na sua felicidade.
Valdeci Júnior
Fátima Silva