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American Standard Version (1901) -
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16
|Esdras 8:16|
Then sent I for Eliezer, for Ariel, for Shemaiah, and for Elnathan, and for Jarib, and for Elnathan, and for Nathan, and for Zechariah, and for Meshullam, chief men; also for Joiarib, and for Elnathan, who were teachers.
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17
|Esdras 8:17|
And I sent them forth unto Iddo the chief at the place Casiphia; and I told them what they should say unto Iddo, [and] his brethren the Nethinim, at the place Casiphia, that they should bring unto us ministers for the house of our God.
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18
|Esdras 8:18|
And according to the good hand of our God upon us they brought us a man of discretion, of the sons of Mahli, the son of Levi, the son of Israel; and Sherebiah, with his sons and his brethren, eighteen;
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19
|Esdras 8:19|
and Hashabiah, and with him Jeshaiah of the sons of Merari, his brethren and their sons, twenty;
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20
|Esdras 8:20|
and of the Nethinim, whom David and the princes had given for the service of the Levites, two hundred and twenty Nethinim: all of them were mentioned by name.
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21
|Esdras 8:21|
Then I proclaimed a fast there, at the river Ahava, that we might humble ourselves before our God, to seek of him a straight way for us, and for our little ones, and for all our substance.
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22
|Esdras 8:22|
For I was ashamed to ask of the king a band of soldiers and horsemen to help us against the enemy in the way, because we had spoken unto the king, saying, The hand of our God is upon all them that seek him, for good; but his power and his wrath is against all them that forsake him.
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23
|Esdras 8:23|
So we fasted and besought our God for this: and he was entreated of us.
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24
|Esdras 8:24|
Then I set apart twelve of the chiefs of the priests, even Sherebiah, Hashabiah, and ten of their brethren with them,
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25
|Esdras 8:25|
and weighed unto them the silver, and the gold, and the vessels, even the offering for the house of our God, which the king, and his counsellors, and his princes, and all Israel there present, had offered:
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva