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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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American Standard Version (1901) -
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21
|Mateus 18:21|
Then came Peter and said to him, Lord, how oft shall my brother sin against me, and I forgive him? until seven times?
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22
|Mateus 18:22|
Jesus saith unto him, I say not unto thee, Until seven times; but, Until seventy times seven.
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23
|Mateus 18:23|
Therefore is the kingdom of heaven likened unto a certain king, who would make a reckoning with his servants.
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24
|Mateus 18:24|
And when he had begun to reckon, one was brought unto him, that owed him ten thousand talents.
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25
|Mateus 18:25|
But forasmuch as he had not [wherewith] to pay, his lord commanded him to be sold, and his wife, and children, and all that he had, and payment to be made.
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26
|Mateus 18:26|
The servant therefore fell down and worshipped him, saying, Lord, have patience with me, and I will pay thee all.
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27
|Mateus 18:27|
And the lord of that servant, being moved with compassion, released him, and forgave him the debt.
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28
|Mateus 18:28|
But that servant went out, and found one of his fellow-servants, who owed him a hundred shillings: and he laid hold on him, and took [him] by the throat, saying, Pay what thou owest.
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29
|Mateus 18:29|
So his fellow-servant fell down and besought him, saying, Have patience with me, and I will pay thee.
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30
|Mateus 18:30|
And he would not: but went and cast him into prison, till he should pay that which was due.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva