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American Standard Version (1901) -
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11
|Neemias 4:11|
And our adversaries said, They shall not know, neither see, till we come into the midst of them, and slay them, and cause the work to cease.
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12
|Neemias 4:12|
And it came to pass that, when the Jews that dwelt by them came, they said unto us ten times from all places, Ye must return unto us.
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13
|Neemias 4:13|
Therefore set I in the lowest parts of the space behind the wall, in the open places, I set [there] the people after their families with their swords, their spears, and their bows.
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14
|Neemias 4:14|
And I looked, and rose up, and said unto the nobles, and to the rulers, and to the rest of the people, Be not ye afraid of them: remember the Lord, who is great and terrible, and fight for your brethren, your sons, and your daughters, your wives, and your houses.
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15
|Neemias 4:15|
And it came to pass, when our enemies heard that it was known unto us, and God had brought their counsel to nought, that we returned all of us to the wall, every one unto his work.
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16
|Neemias 4:16|
And it came to pass from that time forth, that half of my servants wrought in the work, and half of them held the spears, the shields, and the bows, and the coats of mail; and the rulers were behind all the house of Judah.
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17
|Neemias 4:17|
They all builded the wall and they that bare burdens laded themselves; every one with one of his hands wrought in the work, and with the other held his weapon;
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18
|Neemias 4:18|
and the builders, every one had his sword girded by his side, and so builded. And he that sounded the trumpet was by me.
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19
|Neemias 4:19|
And I said unto the nobles, and to the rulers and to the rest of the people, The work is great and large, and we are separated upon the wall, one far from another:
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20
|Neemias 4:20|
in what place soever ye hear the sound of the trumpet, resort ye thither unto us; our God will fight for us.
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Sugestões

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28 de outubro LAB 667
RESSURREIÇÃO PROFUNDA
Lucas 23-24
Donald Grey Barnhouse estava dirigindo seus filhos até o velório da mãe deles. Num cruzamento da estrada um enorme caminhão passou pela frente deles, temporariamente passando uma grande sombra pelo carro em que estavam. Barnhouse perguntou aos filhos, "Você preferia que a sombra do caminhão ou o próprio caminhão passasse por cima de vocês?" "É claro, a sombra," eles responderam. "É isso que aconteceu conosco," falou Barnhouse. "O falecimento de mamãe é apenas a sombra da morte. O pecador perdido é atropelado pelo próprio caminhão." (Larson, Craig Brian, editor em "Illustrations for Preaching and Teaching from Leadership Journal," Grand Rapids: Baker Book House, 1993, p. 55).
Que garantia temos para dizer isto? Ela está no ponto alto dos dois capítulos que você lê hoje, na sua Bíblia: a ressurreição de Cristo. Don Emmitte, em “Living Illustrations for Effective Preaching” faz lembrar que “se a Páscoa disser qualquer coisa para nós, é que Jesus estará sempre conosco. As pirâmides do Egito são famosas porque abrigaram os corpos mumificados dos antigos reis do Egito. A Catedral de Westminster em Londres é reverenciada porque lá jazem os corpos da nobreza e de Britânicos famosos. O mausoléu de Maomé é notável pelo caixão de pedra e os ossos que contém. O cemitério de Arlington em Washington nos EUA é venerado como o lugar de descanso de muitos Americanos famosos. Mas, o sepulcro de Jesus é famoso, justamente porque está vazio.” Aleluia! Glória a Deus por isso! Esta é a nossa garantia, de que a nossa fé não é vã.
Nos primeiros séculos da era cristã, a borboleta era usada como símbolo da ressurreição. Mas sabemos que isto não é o que melhor simboliza a ressurreição. A marca da ressurreição está nas mãos de Cristo. Percebeu aí na leitura de hoje? As cicatrizes continuam lá, em Suas mãos. Mas... por que?
Se Deus ressuscitou Jesus da morte, por que Ele não restaurou seu corpo? Por que feridas? Por que a marca dos pregos que dava para sentir com as mãos? Será que a palavra do Evangelho está dizendo a nós na nossa espera: "Você não verá a Jesus até enxergar suas feridas"? Para John Vannorsdall, “de alguma forma ou outra, precisamos entender que o Cristo ressuscitado é sempre o Cristo ferido. Vivo, mas, nunca sarado. Livre da morte, mas, marcado para eternidade. Os surdos tem um sinal para Jesus. O dedo do meio de cada mão é colocado na centro da palma da outra mão. Jesus, eles sinalizam, é aquele com as mãos feridas. E quando eles tocam aquele lugar, eles lembram. Eles escutam o nome dEle na sua própria pele”.
Profundo!
Valdeci Júnior
Fátima Silva