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American Standard Version (1901) -
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11
|Neemias 4:11|
And our adversaries said, They shall not know, neither see, till we come into the midst of them, and slay them, and cause the work to cease.
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12
|Neemias 4:12|
And it came to pass that, when the Jews that dwelt by them came, they said unto us ten times from all places, Ye must return unto us.
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13
|Neemias 4:13|
Therefore set I in the lowest parts of the space behind the wall, in the open places, I set [there] the people after their families with their swords, their spears, and their bows.
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14
|Neemias 4:14|
And I looked, and rose up, and said unto the nobles, and to the rulers, and to the rest of the people, Be not ye afraid of them: remember the Lord, who is great and terrible, and fight for your brethren, your sons, and your daughters, your wives, and your houses.
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15
|Neemias 4:15|
And it came to pass, when our enemies heard that it was known unto us, and God had brought their counsel to nought, that we returned all of us to the wall, every one unto his work.
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16
|Neemias 4:16|
And it came to pass from that time forth, that half of my servants wrought in the work, and half of them held the spears, the shields, and the bows, and the coats of mail; and the rulers were behind all the house of Judah.
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17
|Neemias 4:17|
They all builded the wall and they that bare burdens laded themselves; every one with one of his hands wrought in the work, and with the other held his weapon;
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18
|Neemias 4:18|
and the builders, every one had his sword girded by his side, and so builded. And he that sounded the trumpet was by me.
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19
|Neemias 4:19|
And I said unto the nobles, and to the rulers and to the rest of the people, The work is great and large, and we are separated upon the wall, one far from another:
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20
|Neemias 4:20|
in what place soever ye hear the sound of the trumpet, resort ye thither unto us; our God will fight for us.
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Sugestões

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30 de janeiro LAB 396
TRABALHO ABENÇOADO
Êxodo 37-38
Vamos trazer o pano de fundo de Êxodo 37-38 para uma comparação com algo que acontece, de forma semelhante, em toda a História. Esses bastidores também têm tudo a ver com o mundo atual em que vivemos. E as lições são muitas.
A inteligência é uma dádiva. Deus a concede à humanidade para beneficiar-lhe. E o ser humano usa-a para o seu malefício, provocando sua própria destruição em um processo vicioso de regressão dos valores e dos princípios.
Para solucionar os problemas de sobrevivência e conceder bem-estar às pessoas – que vivem em um mundo degradado – Deus concede-lhes a capacidade de produzir inventos poderosamente bons. Gutenberg inaugurou a imprensa com a frase “Pai nosso que estás nos Céus” e, logo em seguida, editou a Bíblia para a salvação de muitos. Isso evoluiu tanto, que hoje trocamos as informações gráficas virtualmente. Nossos computadores, interligados em rede, nos proporcionam essa bênção. Que benefício para os universitários!
Mas, na proporção que essas bênçãos são dadas aos seres humanos, eles, infelizmente, transformam-nas em degradação moral. Você pode perceber isso, de maneira muito clara, quando passa por uma banca de revistas e vê que a literatura ali existente, quase em sua totalidade, é um borrão para a alma. Ou, quando as estatísticas comprovam que o mercado pornográfico fatura bilhões e bilhões de dólares, especialmente pela mídia digital. É! O mundão em que vivemos é o verdadeiro retrato pintado pela letra de Léo Canhoto na música “O Último Julgamento”. Com isso, o homem sempre inova algo, com aparência e sofisticação superiores ao que já existia, mas com menores soluções para os seus problemas anteriores. Aumenta-se assim, a fraqueza e a autodestruição humanas.
Hoje são inventadas novas tecnologias com a finalidade de ajudar. Ajudarão, por um tempo, até que passarão a atrapalhar, necessitando de novas invenções para remediá-las que, por sua vez, entrarão no mesmo ciclo vicioso. Esse ciclo degenerativo das inovações tecnológicas acontece sob uma análise feita absolutamente no nível da capacidade humana.
Entretanto, o homem pode produzir feitos que não sejam tão “desgraçantes”, mas, pelo contrário, benéficos e duradouros. Como? A arca da aliança, a mesa e os utensílios, o candelabro de ouro e o altar dos holocaustos ainda são lembrados com tanto carinho e têm uma representação no próprio santuário celestial por causa de um diferencial. Foram produzidos com o segredo de Bezalel e seus companheiros de serviço: “Moisés inspecionou a obra e viu que tinham feito tudo conforme o Senhor tinha ordenado. Então, Moisés os abençoou” (Êxodo 39:43).
Entregue seu trabalho a Deus e deixe-O guiá-lo. Certamente, ele não fará parte do ciclo degenerativo das inovações tecnológicas. Vai ser muito abençoado!
Valdeci Júnior
Fátima Silva