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American Standard Version (1901) -
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67
|Neemias 7:67|
besides their men-servants and their maid-servants, of whom there were seven thousand three hundred thirty and seven: and they had two hundred forty and five singing men and singing women.
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68
|Neemias 7:68|
Their horses were seven hundred thirty and six; their mules, two hundred forty and five;
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69
|Neemias 7:69|
[their] camels, four hundred thirty and five; [their] asses, six thousand seven hundred and twenty.
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70
|Neemias 7:70|
And some from among the heads of fathers' [houses] gave unto the work. The governor gave to the treasury a thousand darics of gold, fifty basins, five hundred and thirty priests' garments.
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71
|Neemias 7:71|
And some of the heads of fathers' [houses] gave into the treasury of the work twenty thousand darics of gold, and two thousand and two hundred pounds of silver.
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72
|Neemias 7:72|
And that which the rest of the people gave was twenty thousand darics of gold, and two thousand pounds of silver, and threescore and seven priests' garments.
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73
|Neemias 7:73|
So the priests, and the Levites, and the porters, and the singers, and some of the people, and the Nethinim, and all Israel, dwelt in their cities. And when the seventh month was come, the children of Israel were in their cities.
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1
|Neemias 8:1|
And all the people gathered themselves together as one man into the broad place that was before the water gate; and they spake unto Ezra the scribe to bring the book of the law of Moses, which Jehovah had commanded to Israel.
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2
|Neemias 8:2|
And Ezra the priest brought the law before the assembly, both men and women, and all that could hear with understanding, upon the first day of the seventh month.
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3
|Neemias 8:3|
And he read therein before the broad place that was before the water gate from early morning until midday, in the presence of the men and the women, and of those that could understand; and the ears of all the people were [attentive] unto the book of the law.
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Sugestões

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23 de outubro LAB 662
VOE MAIS ALTO!
Lucas 09-11
Na leitura de hoje, encontramos o desafio da decolagem do cristianismo, em suas formas mais primitivas. Para ser enviado é preciso ter duas características contrastantes que, ironicamente, se harmonizam: submissão e coragem.
Submissão para esperar que o pão não seja comprado, mas provido; coragem para fazer uma confissão de pensamento revolucionário; submissão para contemplar a glória do pai, e não querer glória para si; coragem para enfrentar o poder do mal, em nome de Jesus; submissão para não querer ser o maior; coragem para enfrentar a oposição que muitos fazem ao ministério (Lucas 9).
Submissão para ser enviado por Cristo, aonde quer que Ele mandar; coragem para quebrar as regras que não passam de tradição opressora; submissão para sentar-se aos pés de Cristo; coragem para falar o que é preciso na hora certa (Lucas 10).
Submissão para aprender a ouvir a voz de Deus no encontro da oração; coragem para permanecer ao lado de Jesus, mesmo quando o cristianismo sofre acusações; submissão para aceitar a mensagem pela fé, e não pelos sinais de engano; coragem para ser uma candeia brilhante; submissão para aceitar o cristianismo do jeito de Cristo, e não do meu jeito; coragem para chamar o pecado pelo nome (Lucas 11).
Encontrei uma história que ilustra esse paradoxo coadunante, sobre um piloto que foi, ao mesmo tempo, submisso o suficiente para sofrer o que era preciso, mas corajoso o suficiente para alçar-se ao que era necessário. Conta-se que, logo após a segunda guerra mundial, este jovem inglês experimentava o seu frágil avião monomotor numa arrojada aventura ao redor do mundo. Pouco depois de decolar de um dos pequenos e improvisados aeródromos da Índia daquela época, ouviu um estranho ruído por trás do assento. Percebeu logo que havia um rato à bordo e que poderia, roendo a cobertura de lona, destruir seu frágil avião. Pensou em voltar ao aeroporto para se livrar de seu inesperado passageiro, mas isso iria atrasar e poderia até frustrar sua viagem. Lembrou-se, então, que os ratos não resistem às grandes alturas e voou cada vez mais alto e, pouco a pouco, cessaram-se os ruídos e perigos. Correu riscos, mas superou o problema.
Coragem e submissão lhe impulsionam a uma situação que podemos chamar de “um vôo mais alto”. Se estão tentando acabar com a sua missão, voe mais alto! Em caso de inveja, voe mais alto! Em caso de calúnia, voe mais alto! Em caso de maledicência, voe mais alto! Em caso de crítica maldosa, voe mais alto! Lembre-se: Os “ratos” não resistem às grandes alturas, pois não são corajosos nem submissos.
Voe! Voe mais alto!
Fonte: adaptado de http://www.sitedopastor.com.br/ilustracoes/voemaisalto.htm
Valdeci Júnior
Fátima Silva