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American Standard Version (1901) -
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67
|Neemias 7:67|
besides their men-servants and their maid-servants, of whom there were seven thousand three hundred thirty and seven: and they had two hundred forty and five singing men and singing women.
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68
|Neemias 7:68|
Their horses were seven hundred thirty and six; their mules, two hundred forty and five;
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69
|Neemias 7:69|
[their] camels, four hundred thirty and five; [their] asses, six thousand seven hundred and twenty.
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70
|Neemias 7:70|
And some from among the heads of fathers' [houses] gave unto the work. The governor gave to the treasury a thousand darics of gold, fifty basins, five hundred and thirty priests' garments.
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71
|Neemias 7:71|
And some of the heads of fathers' [houses] gave into the treasury of the work twenty thousand darics of gold, and two thousand and two hundred pounds of silver.
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72
|Neemias 7:72|
And that which the rest of the people gave was twenty thousand darics of gold, and two thousand pounds of silver, and threescore and seven priests' garments.
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73
|Neemias 7:73|
So the priests, and the Levites, and the porters, and the singers, and some of the people, and the Nethinim, and all Israel, dwelt in their cities. And when the seventh month was come, the children of Israel were in their cities.
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1
|Neemias 8:1|
And all the people gathered themselves together as one man into the broad place that was before the water gate; and they spake unto Ezra the scribe to bring the book of the law of Moses, which Jehovah had commanded to Israel.
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2
|Neemias 8:2|
And Ezra the priest brought the law before the assembly, both men and women, and all that could hear with understanding, upon the first day of the seventh month.
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3
|Neemias 8:3|
And he read therein before the broad place that was before the water gate from early morning until midday, in the presence of the men and the women, and of those that could understand; and the ears of all the people were [attentive] unto the book of the law.
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Sugestões

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19 de abril LAB 475
HÁ QUE RESPEITAR
1Reis 20-21
Você sabe que dia é hoje? É o dia do índio! Ao refletir sobre o porquê de comemorarmos o dia do índio neste dia, percebi que a origem dessa comemoração e a leitura bíblica de hoje têm algo em comum.
O dia do índio vem da cidade de Patzcuaro, no México. Segundo a FUNAI, o órgão do governo brasileiro que estabelece e executa a Política Indigenista, conta que em 1940, lá no México, os grandes políticos resolveram realizar o que seria o I Congresso Indigenista Internacional. O objetivo era debater assuntos relacionados às sociedades indígenas de cada país, o que defenderia os direitos dos índios. Para isso, foram convidados líderes indígenas e representantes de todos os países do continente americano.
Entretanto, os índios, os principais motivos do evento, fizeram questão de não comparecer ao convite de honra. Afinal, por muito tempo, ao longo de sua história, foram perseguidos, traídos, maltratados e massacrados pelo homem branco.
Vários e insistentes convites foram feitos na tentativa de fazer com que os índios participassem daquele congresso. Até que, ao fim de alguns dias, na medida em que os índios, desconfiados, se inteiravam dos reais propósitos da reunião, resolveram participar de forma efetiva.
Esse momento, por sua importância na história do indigenismo das Américas, motivou os congressistas a instituir o dia 19 de abril como o “Dia do Índio”. E assim foi instituído.
Se der uma olhada na leitura bíblica de hoje, você verá o mesmo drama acontecendo há alguns milênios antes da existência de tensão entre o homem branco e o índio: a triste e velha história da hostilidade entre a humanidade. Ben-Hadade atacando Samaria, a derrota de Ben-Hadade, a maldade de Jezabel para com Nabote... Não é de hoje que o ser humano se aproveita do poder que tem nas mãos para, de forma desumana, acabar com seu semelhante. O que podemos aprender ao ler sobre esses conflitos?
O site www.brasiloeste.com.br responde isso, quando comenta esse contexto histórico do surgimento do dia do índio: “Se por um lado é importante ter uma data para que a sociedade nacional comemore e reflita sobre as sociedades indígenas, por outro lado é lamentável que as atenções estejam voltadas para esses povos por apenas um dia... O ideal é a conscientização de que é preciso construir um cotidiano de convivência pacífica, de respeito e aprendizado mútuo.”
O rei Acabe entendeu esse recado, procurou a Deus e se dispôs a viver humildemente em paz com as pessoas próximas dele. Como? Leia os capítulos de hoje. O legal foi que Deus o ouviu e o livrou da maldição. E você, o que fará diante disso?
Valdeci Júnior
Fátima Silva