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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Basic English Bible -
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1
|Atos 13:1|
Now there were at Antioch, in the church there, prophets and teachers, Barnabas, and Symeon who was named Niger, and Lucius of Cyrene, and Manaen, a relation of Herod the king, and Saul.
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2
|Atos 13:2|
And while they were doing the Lord's work, and going without food, the Holy Spirit said, Let Barnabas and Saul be given to me for the special work for which they have been marked out by me.
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3
|Atos 13:3|
Then, after prayer and going without food they put their hands on them, and sent them away.
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4
|Atos 13:4|
So, being sent out by the Holy Spirit, they went down to Seleucia; and from there they went by ship to Cyprus.
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5
|Atos 13:5|
And at Salamis they were preaching the word of God in the Synagogues of the Jews: and John was with them, helping them.
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6
|Atos 13:6|
And when they had gone through all the island to Paphos, they came across a certain wonder-worker and false prophet, a Jew whose name was Bar-Jesus;
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7
|Atos 13:7|
Who was with the ruler, Sergius Paulus, an able man. This man sent for Barnabas and Saul, desiring to have knowledge of the word of God.
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8
|Atos 13:8|
But Elymas, the wonder-worker (for that is the sense of his name), put himself against them, with the purpose of turning the ruler from the faith.
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9
|Atos 13:9|
But Saul, whose other name is Paul, being full of the Holy Spirit, looking hard at him, said,
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10
|Atos 13:10|
O you, who are full of false tricks and evil ways, a son of the Evil One, hating all righteousness, will you for ever be turning people from the right ways of the Lord?
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva