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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Basic English Bible -
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1
|Atos 22:1|
My brothers and fathers, give ear to the story of my life which I now put before you.
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2
|Atos 22:2|
And, hearing him talking in the Hebrew language, they became the more quiet, and he said,
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3
|Atos 22:3|
I am a Jew of Tarsus in Cilicia by birth, but I had my education in this town at the feet of Gamaliel, being trained in the keeping of every detail of the law of our fathers; given up to the cause of God with all my heart, as you are today.
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4
|Atos 22:4|
And I made attacks on this Way, even to death, taking men and women and putting them in prison.
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5
|Atos 22:5|
Of which the high priest will be a witness, and all the rulers, from whom I had letters to the brothers; and I went into Damascus, to take those who were there as prisoners to Jerusalem for punishment.
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6
|Atos 22:6|
And it came about that while I was on my journey, coming near to Damascus, about the middle of the day, suddenly I saw a great light from heaven shining round me.
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7
|Atos 22:7|
And when I went down on the earth, a voice came to my ears saying to me, Saul, Saul, why are you attacking me so cruelly?
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8
|Atos 22:8|
And I, answering, said, Who are you; Lord? And he said to me, I am Jesus of Nazareth, whom you are attacking.
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9
|Atos 22:9|
And those who were with me saw the light, but the voice of him who was talking to me came not to their ears.
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10
|Atos 22:10|
And I said, What have I to do, Lord? And the Lord said to me, Get up, and go into Damascus; and it will be made clear to you what you have to do.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva