-
-
Basic English Bible -
-
1
|Eclesiastes 4:1|
And again I saw all the cruel things which are done under the sun; there was the weeping of those who have evil done to them, and they had no comforter: and from the hands of the evil-doers there went out power, but they had no comforter.
-
2
|Eclesiastes 4:2|
So my praise was for the dead who have gone to their death, more than for the living who still have life.
-
3
|Eclesiastes 4:3|
Yes, happier than the dead or the living seemed he who has not ever been, who has not seen the evil which is done under the sun.
-
4
|Eclesiastes 4:4|
And I saw that the cause of all the work and of everything which is done well was man's envy of his neighbour. This again is to no purpose and a desire for wind.
-
5
|Eclesiastes 4:5|
The foolish man, folding his hands, takes the flesh of his body for food.
-
6
|Eclesiastes 4:6|
One hand full of rest is better than two hands full of trouble and desire for wind.
-
7
|Eclesiastes 4:7|
Then I came back, and I saw an example of what is to no purpose under the sun.
-
8
|Eclesiastes 4:8|
It is one who is by himself, without a second, and without son or brother; but there is no end to all his work, and he has never enough of wealth. For whom, then, am I working and keeping myself from pleasure? This again is to no purpose, and a bitter work.
-
9
|Eclesiastes 4:9|
Two are better than one, because they have a good reward for their work.
-
10
|Eclesiastes 4:10|
And if one has a fall, the other will give him a hand; but unhappy is the man who is by himself, because he has no helper.
-
-
Sugestões

Clique para ler João 1-3
28 de outubro LAB 667
RESSURREIÇÃO PROFUNDA
Lucas 23-24
Donald Grey Barnhouse estava dirigindo seus filhos até o velório da mãe deles. Num cruzamento da estrada um enorme caminhão passou pela frente deles, temporariamente passando uma grande sombra pelo carro em que estavam. Barnhouse perguntou aos filhos, "Você preferia que a sombra do caminhão ou o próprio caminhão passasse por cima de vocês?" "É claro, a sombra," eles responderam. "É isso que aconteceu conosco," falou Barnhouse. "O falecimento de mamãe é apenas a sombra da morte. O pecador perdido é atropelado pelo próprio caminhão." (Larson, Craig Brian, editor em "Illustrations for Preaching and Teaching from Leadership Journal," Grand Rapids: Baker Book House, 1993, p. 55).
Que garantia temos para dizer isto? Ela está no ponto alto dos dois capítulos que você lê hoje, na sua Bíblia: a ressurreição de Cristo. Don Emmitte, em “Living Illustrations for Effective Preaching” faz lembrar que “se a Páscoa disser qualquer coisa para nós, é que Jesus estará sempre conosco. As pirâmides do Egito são famosas porque abrigaram os corpos mumificados dos antigos reis do Egito. A Catedral de Westminster em Londres é reverenciada porque lá jazem os corpos da nobreza e de Britânicos famosos. O mausoléu de Maomé é notável pelo caixão de pedra e os ossos que contém. O cemitério de Arlington em Washington nos EUA é venerado como o lugar de descanso de muitos Americanos famosos. Mas, o sepulcro de Jesus é famoso, justamente porque está vazio.” Aleluia! Glória a Deus por isso! Esta é a nossa garantia, de que a nossa fé não é vã.
Nos primeiros séculos da era cristã, a borboleta era usada como símbolo da ressurreição. Mas sabemos que isto não é o que melhor simboliza a ressurreição. A marca da ressurreição está nas mãos de Cristo. Percebeu aí na leitura de hoje? As cicatrizes continuam lá, em Suas mãos. Mas... por que?
Se Deus ressuscitou Jesus da morte, por que Ele não restaurou seu corpo? Por que feridas? Por que a marca dos pregos que dava para sentir com as mãos? Será que a palavra do Evangelho está dizendo a nós na nossa espera: "Você não verá a Jesus até enxergar suas feridas"? Para John Vannorsdall, “de alguma forma ou outra, precisamos entender que o Cristo ressuscitado é sempre o Cristo ferido. Vivo, mas, nunca sarado. Livre da morte, mas, marcado para eternidade. Os surdos tem um sinal para Jesus. O dedo do meio de cada mão é colocado na centro da palma da outra mão. Jesus, eles sinalizam, é aquele com as mãos feridas. E quando eles tocam aquele lugar, eles lembram. Eles escutam o nome dEle na sua própria pele”.
Profundo!
Valdeci Júnior
Fátima Silva