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Basic English Bible -
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11
|Eclesiastes 9:11|
And again I saw under the sun that the reward goes not to him who is quick, or the fruits of war to the strong; and there is no bread for the wise, or wealth for men of learning, or respect for those who have knowledge; but time and chance come to all.
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12
|Eclesiastes 9:12|
Even man has no knowledge of his time; like fishes taken in an evil net, or like birds taken by deceit, are the sons of men taken in an evil time when it comes suddenly on them.
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13
|Eclesiastes 9:13|
This again I have seen under the sun as wisdom and it seemed great to me.
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14
|Eclesiastes 9:14|
There was a little town and the number of its men was small, and there came a great king against it and made an attack on it, building works of war round about it.
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15
|Eclesiastes 9:15|
Now there was in the town a poor, wise man, and he, by his wisdom, kept the town safe. But no one had any memory of that same poor man.
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16
|Eclesiastes 9:16|
Then I said, Wisdom is better than strength, but the poor man's wisdom is not respected, and his words are not given a hearing.
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17
|Eclesiastes 9:17|
The words of the wise which come quietly to the ear are noted more than the cry of a ruler among the foolish.
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18
|Eclesiastes 9:18|
Wisdom is better than instruments of war, but one sinner is the destruction of much good.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva