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Cornilescu -
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1
|Lamentações 4:1|
Vai! cum s'a înegrit aurul, şi cum s'a schimbat aurul cel curat! Cum s-au risipit pietrele sfîntului Locaş pela toate colţurile uliţelor!
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2
|Lamentações 4:2|
Cum sînt priviţi acum fiii Sionului, cei aleşi şi preţuiţi ca aurul curat altă dată, cum sînt priviţi acum, vai! Ca nişte vase de pămînt, şi ca o lucrare făcută de mînile olarului!
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3
|Lamentações 4:3|
Chiar şi şacalii îşi apleacă ţîţa, şi dau să sugă puilor lor; dar fiica poporului meu a ajuns fără milă, ca struţii din pustie.
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4
|Lamentações 4:4|
Limba sugătorului i se lipeşte de cerul gurii, uscată de sete; copiii cer pîne, dar nimeni nu le -o dă.
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5
|Lamentações 4:5|
Ceice se hrăneau cu bucate alese, leşină pe uliţe. Ceice fuseseră crescuţi crescuţi în purpură se bucură acum de o grămadă de gunoi!
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6
|Lamentações 4:6|
Căci vina fiicei poporului meu este mai mare decît păcatul Sodomei, care a fost nimicită într'o clipă, fără să fi pus cineva mîna pe ea.
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7
|Lamentações 4:7|
Voivozii ei erau mai strălucitori decît zăpada, mai albi decît laptele; trupul le era mai roş decît mărgeanul; faţa le era ca safirul.
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8
|Lamentações 4:8|
Dar acum înfăţişarea le este mai negricioasă decît funinginea; aşa că nu mai sînt cunoscuţi pe uliţe, pielea le este lipită de oase, uscată ca lemnul.
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9
|Lamentações 4:9|
Ceice pier ucişi de sabie sînt mai fericiţi decît ceice pier de foame, cari cad sleiţi de puteri, din lipsa roadelor cîmpului!
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10
|Lamentações 4:10|
Femeile, cu toată mila lor, îşi fierb copiii, cari le slujesc ca hrană, în mijlocul prăpădului fiicei poporului meu.
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Sugestões

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06 de março LAB 431
HUM?
Deuteronômio 29-31
Desde que me entendo por gente, minha família segue a Deus. Cresci, desde pequeno, indo à igreja todos os finais de semana, participando da escolinha bíblica para os menores, fazendo culto familiar em casa todos os dias, vendo meus pais pregarem o evangelho, assistindo a conversas bíblicas. Sendo assim, acostumei-me a respirar esse ar evangélico, a conversar sobre coisas da igreja, da Bíblia e sobre Deus.
E você sabe que toda criança é cheia de perguntas, né? Aquelas com as quais a criança bombardeia o adulto. “Por que isso? Por que aquilo?”
Isso é normal, pois a criança não veio ao mundo sabendo das coisas. Quando se depara com um monte de novidades, ela quer entender. Agora, uma criança que é criada em uma casa onde se fala de Deus, constantemente, muitas das perguntas também serão relacionadas a Deus. “Pai, por que eu tenho que chamar a Deus de pai também?” “Mãe, por que Jesus não frequentava a escola?” “Como a gente vai ser quando chegar no Céu?” E, por aí vai... Não sei se é porque eu deixava meus pais, tios, líderes da igreja, pessoas mais velhas, professores, todo mundo tonto com tantas perguntas, que muitas vezes eu ouvi a mesma resposta: “Deuteronômio 29:29.”
Você já viu o que está escrito lá? “As coisas encobertas pertencem ao Senhor, o nosso Deus, mas as reveladas pertencem a nós, e aos nossos filhos, para sempre, para que sigamos todas as palavras desta lei.” Ou seja, o que não está encoberto, a nós pertence, mas o que está encoberto, ao Senhor pertence. E ponto final. Isso queria dizer que, se não tinha explicação para alguma coisa, era porque Deus não queria dizer, e isso era um segredo dEle, o qual a gente não devia perscrutar. Então, eu pensava: Está bem. Se Deus quer assim, vou discutir o quê?
Com o passar do tempo, à medida que fui crescendo, estudando e ampliando minha visão de mundo e meu acervo de informações, descobri algo que não sabia se era muito triste ou muito bom: tinha muita coisa que antes eu não pensava que estaria revelada, mas que na realidade estava sim. Na prática, já tinha perguntado sobre tal assunto e tinha recebido a resposta “Deuteronômio 29:29”, isto é, só Deus sabe, não temos como saber. Mas descobri que tinha como saber. O que eu não sabia antes era por pura ignorância.
Então, Deuteronômio 29:29 estava com problemas? Não! O problema era usá-lo de maneira errada. Não devemos nos conformar com a ignorância. Aprendi que esse verso não pode servir como uma desculpa esfarrapada para a ociosidade da pesquisa. Não escudemos nossa ignorância!
Valdeci Júnior
Fátima Silva