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Cornilescu -
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1
|Lamentações 4:1|
Vai! cum s'a înegrit aurul, şi cum s'a schimbat aurul cel curat! Cum s-au risipit pietrele sfîntului Locaş pela toate colţurile uliţelor!
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2
|Lamentações 4:2|
Cum sînt priviţi acum fiii Sionului, cei aleşi şi preţuiţi ca aurul curat altă dată, cum sînt priviţi acum, vai! Ca nişte vase de pămînt, şi ca o lucrare făcută de mînile olarului!
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3
|Lamentações 4:3|
Chiar şi şacalii îşi apleacă ţîţa, şi dau să sugă puilor lor; dar fiica poporului meu a ajuns fără milă, ca struţii din pustie.
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4
|Lamentações 4:4|
Limba sugătorului i se lipeşte de cerul gurii, uscată de sete; copiii cer pîne, dar nimeni nu le -o dă.
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5
|Lamentações 4:5|
Ceice se hrăneau cu bucate alese, leşină pe uliţe. Ceice fuseseră crescuţi crescuţi în purpură se bucură acum de o grămadă de gunoi!
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6
|Lamentações 4:6|
Căci vina fiicei poporului meu este mai mare decît păcatul Sodomei, care a fost nimicită într'o clipă, fără să fi pus cineva mîna pe ea.
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7
|Lamentações 4:7|
Voivozii ei erau mai strălucitori decît zăpada, mai albi decît laptele; trupul le era mai roş decît mărgeanul; faţa le era ca safirul.
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8
|Lamentações 4:8|
Dar acum înfăţişarea le este mai negricioasă decît funinginea; aşa că nu mai sînt cunoscuţi pe uliţe, pielea le este lipită de oase, uscată ca lemnul.
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9
|Lamentações 4:9|
Ceice pier ucişi de sabie sînt mai fericiţi decît ceice pier de foame, cari cad sleiţi de puteri, din lipsa roadelor cîmpului!
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10
|Lamentações 4:10|
Femeile, cu toată mila lor, îşi fierb copiii, cari le slujesc ca hrană, în mijlocul prăpădului fiicei poporului meu.
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Sugestões

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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva