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Cornilescu -
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1
|Lamentações 4:1|
Vai! cum s'a înegrit aurul, şi cum s'a schimbat aurul cel curat! Cum s-au risipit pietrele sfîntului Locaş pela toate colţurile uliţelor!
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2
|Lamentações 4:2|
Cum sînt priviţi acum fiii Sionului, cei aleşi şi preţuiţi ca aurul curat altă dată, cum sînt priviţi acum, vai! Ca nişte vase de pămînt, şi ca o lucrare făcută de mînile olarului!
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3
|Lamentações 4:3|
Chiar şi şacalii îşi apleacă ţîţa, şi dau să sugă puilor lor; dar fiica poporului meu a ajuns fără milă, ca struţii din pustie.
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4
|Lamentações 4:4|
Limba sugătorului i se lipeşte de cerul gurii, uscată de sete; copiii cer pîne, dar nimeni nu le -o dă.
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5
|Lamentações 4:5|
Ceice se hrăneau cu bucate alese, leşină pe uliţe. Ceice fuseseră crescuţi crescuţi în purpură se bucură acum de o grămadă de gunoi!
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6
|Lamentações 4:6|
Căci vina fiicei poporului meu este mai mare decît păcatul Sodomei, care a fost nimicită într'o clipă, fără să fi pus cineva mîna pe ea.
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7
|Lamentações 4:7|
Voivozii ei erau mai strălucitori decît zăpada, mai albi decît laptele; trupul le era mai roş decît mărgeanul; faţa le era ca safirul.
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8
|Lamentações 4:8|
Dar acum înfăţişarea le este mai negricioasă decît funinginea; aşa că nu mai sînt cunoscuţi pe uliţe, pielea le este lipită de oase, uscată ca lemnul.
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9
|Lamentações 4:9|
Ceice pier ucişi de sabie sînt mai fericiţi decît ceice pier de foame, cari cad sleiţi de puteri, din lipsa roadelor cîmpului!
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10
|Lamentações 4:10|
Femeile, cu toată mila lor, îşi fierb copiii, cari le slujesc ca hrană, în mijlocul prăpădului fiicei poporului meu.
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Sugestões

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11 de junho LAB 528
EU NÃO ME ENVERGONHO EM CRER
JÓ 29-31
“Como é bom ser cristão, quando tudo está bem pro seu lado...” É assim que canta Luiz Cláudio. “Os amigos, sorrindo, lhe abraçam, e estão com você”, e por aí vai... “Mas se tudo se vai para sempre, inclusive os amigos, e a doença lhe aflige e a fama já não mais existe, é mais fácil agora afastar-se de Deus, no momento de tanta aflição...” Por quê?
Antes de falar sobre o porquê, quero chamar sua atenção para ver a imagem, a estampa, o vídeo do áudio dessa música que mencionei. Mas não é no youtube, nem na televisão, nem no computador. É na leitura bíblica de hoje! Só que tem uma variante. Quando Jó estava bem, era fácil servir a Deus. Quando ficou doente, pobre e sem amigos, servir a Deus ficou difícil até para sua mulher, que mandou ele amaldiçoá-Lo e morrer, e para seus amigos, que passaram a falar um tanto de heresias.
Em Jó 29, ele fala que sente muita saudade de quando ia à porta da cidade, se assentava na praça pública e quando os jovens e pessoas idosas iam passando e o viam, ficavam em pé, diante dele, de mão boca, em silêncio, só o ouvindo falar. Ser cristão nessas horas é uma maravilha. Mas, no capítulo 30, Jó diz: “Mas agora eles zombam de mim”. “Virei piadinha para eles.”
E o que fazer quando viramos piada? Se Jó se encaixasse no perfil de crente descrito na música do cantor Luiz Cláudio, ele teria concordado com as ideias malucas dos amigos e esposa. Mas isso não aconteceu. Na leitura de hoje, terminam as palavras de Jó e o mais fantástico é que ele continua firme e perseverante na sua fé. Então, pensando nisso, resolvi escrever um poema sobre sentir vergonha ou não daquilo que se crê. Posso compartilhá-lo com você?
EU NÃO ME ENVERGONHO EM CRER
Esse era o sentimento de Jó. Eu também penso assim. E você? O que tem feito com sua fé?
Valdeci Júnior
Fátima Silva