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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby -
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1
|1 Samuel 19:1|
Et Saül parla à Jonathan, son fils, et à tous ses serviteurs, de faire mourir David (or Jonathan, fils de Saül, était très-affectionné à David),
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2
|1 Samuel 19:2|
et Jonathan en informa David, disant: Saül, mon père, cherche à te faire mourir; et maintenant, je te prie, sois sur tes gardes, au matin, et demeure dans quelque lieu secret, et cache-toi.
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3
|1 Samuel 19:3|
Et moi, je sortirai, et je me tiendrai à côté de mon père, dans la campagne où tu seras; et je parlerai de toi à mon père, et je verrai ce qu'il en est, et te le ferai savoir.
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4
|1 Samuel 19:4|
Et Jonathan parla en bien de David à Saül, son père, et lui dit: Que le roi ne pèche point contre son serviteur, contre David, car il n'a point péché contre toi; et même ce qu'il a fait est très-avantageux pour toi.
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5
|1 Samuel 19:5|
Car il a mis sa vie en sa main, et a frappé le Philistin, et l'Éternel a opéré une grande délivrance pour tout Israël; tu l'as vu et tu t'en es réjoui; pourquoi donc pécherais-tu contre le sang innocent, en faisant mourir David sans cause?
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6
|1 Samuel 19:6|
Et Saül écouta la voix de Jonathan, et Saül jura: L'Éternel est vivant, si on le fait mourir!
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7
|1 Samuel 19:7|
Et Jonathan appela David, et Jonathan lui rapporta toutes ces choses. Et Jonathan amena David à Saül, et il fut devant lui comme auparavant.
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8
|1 Samuel 19:8|
Et il y eut de nouveau la guerre; et David entra en campagne et combattit contre les Philistins et les frappa d'un grand coup, et ils s'enfuirent devant lui.
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9
|1 Samuel 19:9|
Et le mauvais esprit envoyé de l'Éternel vint sur Saül: et il était assis dans sa maison, sa lance à la main, et David jouait (de la harpe).
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10
|1 Samuel 19:10|
Et Saül chercha à frapper de sa lance David et la paroi; et il se détourna de devant Saül, qui, de sa lance, frappa la paroi. Et David s'enfuit, et échappa cette nuit-là.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva