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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby -
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1
|1 Samuel 5:1|
Et les Philistins prirent l'arche de Dieu et la transportèrent d'Eben-Ezer à Asdod.
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2
|1 Samuel 5:2|
Et les Philistins prirent l'arche de Dieu et la portèrent dans la maison de Dagon et la placèrent à côté de Dagon.
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3
|1 Samuel 5:3|
Et le lendemain, les Asdodiens se levèrent de bonne heure, et voici, Dagon était gisant sur sa face contre terre, devant l'arche de l'Éternel; et ils prirent Dagon et le remirent à sa place.
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4
|1 Samuel 5:4|
Et ils se levèrent de bonne heure le lendemain matin, et voici, Dagon était gisant sur sa face contre terre, devant l'arche de l'Éternel; et la tête de Dagon et les deux paumes de ses mains coupées étaient sur le seuil; le Dagon seul était resté.
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5
|1 Samuel 5:5|
C'est pourquoi les sacrificateurs de Dagon, et tous ceux qui entrent dans la maison de Dagon, ne marche pas sur le seuil de Dagon, à Asdod, jusqu'à ce jour.
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6
|1 Samuel 5:6|
Et la main de l'Éternel s'appesantit sur les Asdodiens, et il les désola; et il frappa d'hémorrhoïdes Asdod et ses confins.
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7
|1 Samuel 5:7|
Et les hommes d'Asdod, voyant qu'il en était ainsi, dirent: L'arche du Dieu d'Israël ne restera pas avec nous; car sa main pèse durement sur nous et sur Dagon, notre dieu.
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8
|1 Samuel 5:8|
Et ils envoyèrent, et assemblèrent auprès d'eux tous les princes des Philistins, et dirent: Que ferons-nous de l'arche du dieu d'Israël? Et ils dirent: Qu'on dirige l'arche du dieu d'Israël vers Gath. Et ils y dirigèrent l'arche du Dieu d'Israël.
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9
|1 Samuel 5:9|
Et, après qu'ils l'y eurent dirigée, il arriva que la main de l'Éternel fut sur la ville: il y eut un très-grand trouble, et il frappa les hommes de la ville, depuis le petit jusqu'au grand, et ils eurent des éruptions d'hémorrhoïdes.
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10
|1 Samuel 5:10|
Et ils envoyèrent l'arche de Dieu à Ékron. Et il arriva, comme l'arche de Dieu entrait à Ékron, que les Ékroniens poussèrent des cris, disant: Ils ont dirigé vers nous l'arche du dieu d'Israël, pour nous faire mourir, nous et notre peuple.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva