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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby -
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11
|Ezequiel 18:11|
et de ces autres choses n'en fasse aucune, -qui aussi a mangé sur les montagnes, a rendu impure la femme de son prochain,
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|Ezequiel 18:12|
a foulé l'affligé et le pauvre, a commis des rapines, n'a pas rendu le gage, a levé ses yeux vers les idoles, a commis l'abomination,
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13
|Ezequiel 18:13|
a donné à intérêt, et a pris de l'usure: vivra-t-il? Il ne vivra pas, il a fait toutes ces abominations: certainement il mourra, son sang sera sur lui.
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14
|Ezequiel 18:14|
Mais voici, s'il a engendré un fils qui voie tous les péchés que son père a commis, et qui y prenne garde, et ne fasse pas selon ces choses:
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15
|Ezequiel 18:15|
il n'a pas mangé sur les montagnes, et n'a pas levé ses yeux vers les idoles de la maison d'Israël; il n'a pas rendu impure la femme de son prochain,
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16
|Ezequiel 18:16|
n'a opprimé personne; il n'a pas pris de gage, et n'a pas commis de rapine; il a donné son pain à celui qui avait faim, et a couvert d'un vêtement celui qui était nu;
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17
|Ezequiel 18:17|
il a détourné sa main de dessus l'affligé, il n'a pas pris d'intérêt ni d'usure, il a pratiqué mes ordonnances et a marché dans mes statuts: celui-là ne mourra pas pour l'iniquité de son père; certainement il vivra.
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18
|Ezequiel 18:18|
à son père, parce qu'il a pratiqué l'extorsion, qu'il a commis des rapines contre son frère, et a fait au milieu de son peuple ce qui n'est pas bien, voici, il mourra dans son iniquité.
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19
|Ezequiel 18:19|
Et vous direz: Pourquoi le fils ne portera-t-il pas l'iniquité de son père? Mais le fils a pratiqué le jugement et la justice, il a gardé tous mes statuts et les a pratiqués: certainement il vivra.
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20
|Ezequiel 18:20|
L'âme qui a péché, celle-là mourra. Le fils ne portera pas l'iniquité du père, et le père ne portera pas l'iniquité du fils; la justice du juste sera sur lui, et la méchanceté du méchant sera sur lui.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva