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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby -
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1
|Ezequiel 20:1|
Et il arriva, la septième année, au cinquième mois, le dixième jour du mois, que des hommes d'entre les anciens d'Israël vinrent pour consulter l'Éternel; et ils s'assirent devant moi.
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2
|Ezequiel 20:2|
Et la parole de l'Éternel vint à moi, disant:
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3
|Ezequiel 20:3|
Fils d'homme, parle aux anciens d'Israël, et dis-leur: Ainsi dit le Seigneur, l'Éternel: Etes-vous venus pour me consulter? Je suis vivant, dit le Seigneur, l'Éternel, si je suis consulté par vous!
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4
|Ezequiel 20:4|
Les jugeras-tu, fils d'homme? Fais-leur connaître les abominations de leurs pères, et dis-leur:
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5
|Ezequiel 20:5|
Ainsi dit le Seigneur, l'Éternel: Au jour que je choisis Israël, et que je levai ma main à la semence de la maison de Jacob, et que je me fis connaître à eux dans le pays d'Égypte, et que je leur levai ma main, disant: Je suis l'Éternel, votre Dieu,
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6
|Ezequiel 20:6|
-en ce jour-là je leur levai ma main de les faire sortir du pays d'Égypte pour les amener dans le pays sur lequel j'avais jeté les yeux pour eux, pays ruisselant de lait et de miel, qui est un ornement entre tous les pays; et je leur dis:
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7
|Ezequiel 20:7|
Que chacun de vous rejette les abominations que ses yeux regardent, et ne vous rendez pas impurs par les idoles de l'Égypte. Je suis l'Éternel, votre Dieu.
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8
|Ezequiel 20:8|
Et ils se rebellèrent contre moi, et ne voulurent pas m'écouter; aucun d'eux ne rejeta les abominations que ses yeux regardaient, ni ne quitta les idoles de l'Égypte; et je dis que je verserais ma fureur sur eux, et que je consommerais ma colère sur eux, au milieu du pays d'Égypte.
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9
|Ezequiel 20:9|
Mais j'ai agi à cause de mon nom, afin de ne pas le profaner aux yeux des nations au milieu desquelles ils étaient, aux yeux desquelles je m'étais fait connaître à eux, en les faisant sortir du pays d'Égypte.
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10
|Ezequiel 20:10|
Et je les fis sortir du pays d'Égypte, et les amenai au désert;
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva