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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby -
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1
|Ezequiel 46:1|
Ainsi dit le Seigneur, l'Éternel: La porte du parvis intérieur, qui regarde vers l'orient, sera fermée les six jours de travail; mais le jour du sabbat, elle sera ouverte, et le jour de la nouvelle lune, elle sera ouverte.
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2
|Ezequiel 46:2|
Et le prince viendra du dehors par le chemin du portique de la porte, et il se tiendra près des poteaux de la porte, et les sacrificateurs offriront son holocauste et ses sacrifices de prospérités; et il rendra son culte sur le seuil de la porte, et il sortira; et la porte ne se fermera pas jusqu'au soir.
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3
|Ezequiel 46:3|
Et le peuple du pays rendra son culte à l'entrée de cette porte, les jours de sabbat et aux nouvelles lunes, devant l'Éternel.
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4
|Ezequiel 46:4|
Et l'holocauste que le prince présentera à l'Éternel, le jour du sabbat, sera de six agneaux sans défaut, et d'un bélier sans défaut;
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5
|Ezequiel 46:5|
et l'offrande de gâteau, d'un épha pour le bélier; et pour les agneaux, l'offrande de gâteau sera ce que sa main peut donner; et de l'huile, un hin par épha.
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6
|Ezequiel 46:6|
Et, au jour de la nouvelle lune, un jeune taureau sans défaut, et six agneaux, et un bélier;
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7
|Ezequiel 46:7|
ils seront sans défaut; et il offrira une offrande de gâteau d'un épha pour le taureau, et d'un épha pour le bélier; et, pour les agneaux, selon ce que sa main aura pu trouver; et de l'huile, un hin par épha.
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8
|Ezequiel 46:8|
Et quand le prince entrera, il entrera par le chemin du portique de la porte, et il sortira par le même chemin.
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9
|Ezequiel 46:9|
Et quand le peuple du pays entrera devant l'Éternel, lors des solennités, celui qui entrera par le chemin de la porte du nord, pour rendre son culte, sortira par le chemin de la porte du midi; et celui qui entrera par le chemin de la porte du midi, sortira par le chemin de la porte du nord; il ne s'en retournera pas par le chemin de la porte par laquelle il est entré, mais il sortira par celle qui est vis-à-vis.
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10
|Ezequiel 46:10|
Et le prince entrera au milieu d'eux, quand ils entreront; et, quand ils sortiront, ils sortiront ensemble.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva