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Darby -
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11
|Neemias 3:11|
Malkija, fils de Harim, et Hashub, fils de Pakhath-Moab, réparèrent une seconde portion et la tour des fours.
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12
|Neemias 3:12|
Et à côté d'eux réparèrent Shallum, fils d'Hallokhesh, chef de la moitié du district de Jérusalem, lui et ses filles.
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13
|Neemias 3:13|
Hanun et les habitants de Zanoakh réparèrent la porte de la vallée; ils la bâtirent et posèrent ses battants, ses verrous et ses barres, et firent mille coudées de la muraille, jusqu'à la porte du fumier.
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14
|Neemias 3:14|
Et Malkija, fils de Récab, chef du district de Beth-Hakkérem, répara la porte du fumier; il la bâtit et posa ses battants, ses verrous et ses barres.
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15
|Neemias 3:15|
Shallun, fils de Col-Hozé, chef du district de Mitspa, répara la porte de la fontaine; il la bâtit et la couvrit, et posa ses battants, ses verrous et ses barres; il fit aussi la muraille de l'étang de Siloé, près du jardin du roi, et jusqu'aux degrés qui descendent de la ville de David.
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16
|Neemias 3:16|
Après lui Néhémie, fils d'Azbuk, chef de la moitié du district de Beth-Tsur, répara jusque vis-à-vis des sépulcres de David, et jusqu'à l'étang qui avait été fait, et jusqu'à la maison des hommes forts.
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17
|Neemias 3:17|
Et après lui réparèrent les Lévites: Rehum, fils de Bani. A côté de lui Hashabia, chef de la moitié du district de Kehila, répara pour son district.
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18
|Neemias 3:18|
Après lui réparèrent leurs frères, Bavvaï, fils de Hénadad, chef de la moitié du district de Kehila.
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19
|Neemias 3:19|
Et, à côté de lui, Ézer, fils de Jéshua, chef de Mitspa, répara une seconde portion, vis-à-vis de la montée de l'arsenal de l'angle.
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20
|Neemias 3:20|
Après lui, Baruc, fils de Zabbaï, répara avec zèle une autre portion, depuis l'angle jusqu'à l'entrée de la maison d'Éliashib, le grand sacrificateur.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva