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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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1
|1 Samuel 20:1|
Men David flyktet fra Nevajot ved Rama og kom og sa åpent og likefrem til Jonatan: Hvad har jeg gjort, hvad er min misgjerning, og hvad er min synd mot din far, siden han står mig efter livet?
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2
|1 Samuel 20:2|
Da sa han til ham: Langt derifra! Du skal ikke dø; du vet min far gjør intet, hverken stort eller smått, uten at han åpenbarer det for mig; hvorfor skulde da min far dølge dette for mig? Nei, det er ikke så.
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3
|1 Samuel 20:3|
Men David svarte med en ed: Din far vet meget vel at jeg har funnet nåde for dine øine, og derfor tenker han som så: Jonatan må ikke få vite dette, forat han ikke skal bli bedrøvet. Men så sant Herren lever, og så sant du lever: Det er bare et skritt mellem mig og døden.
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4
|1 Samuel 20:4|
Da sa Jonatan til David: Alt hvad du ønsker, vil jeg gjøre for dig.
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5
|1 Samuel 20:5|
David svarte Jonatan: Imorgen er det nymåne-dagen; da skulde jeg jo sitte til bords med kongen; men la mig nu få gå, så vil jeg skjule mig ute på marken til iovermorgen aften.
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6
|1 Samuel 20:6|
Dersom da din far savner mig, så skal du si: David bad mig inntrengende om han måtte få gå hjem til Betlehem i all hast; for hele ætten holder nu sin årlige ofring der.
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7
|1 Samuel 20:7|
Dersom han da sier så: Det er godt - da kan din tjener være trygg; men dersom hans vrede optendes, så kan du være viss på at det er hans faste forsett å gjøre noget ondt.
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8
|1 Samuel 20:8|
Vis da godhet mot din tjener, siden du har latt din tjener inntrede i vennskapspakt med dig i Herrens navn! Men er det nogen misgjerning hos mig, så drep du mig! Hvorfor skulde du vel føre mig til din far?
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9
|1 Samuel 20:9|
Jonatan svarte: Nei, det skal aldri hende dig! Men skjønner jeg at det er et fast forsett hos min far å la noget ondt hende dig, skulde jeg da ikke la dig få vite det?
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10
|1 Samuel 20:10|
Da sa David til Jonatan: Hvem skal varsle mig om det eller si mig om din far svarer dig ublidt?
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva