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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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1
|1 Tessalonicenses 4:1|
For øvrig altså, brødre, ber og formaner vi eder i den Herre Jesus at likesom I har lært av oss hvorledes I bør vandre og tekkes Gud, således som I også gjør, så må I enn mere gjøre fremgang deri.
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2
|1 Tessalonicenses 4:2|
I vet jo hvilke bud vi gav eder ved den Herre Jesus.
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3
|1 Tessalonicenses 4:3|
For dette er Guds vilje, eders helliggjørelse: at I avholder eder fra hor;
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4
|1 Tessalonicenses 4:4|
at hver av eder vet å vinne sig sin egen make, i helligelse og ære,
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5
|1 Tessalonicenses 4:5|
ikke i lystens brynde, som hedningene, som ikke kjenner Gud;
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6
|1 Tessalonicenses 4:6|
at ingen skal gjøre sin bror urett og uskjell i det han har å gjøre med ham; for Herren er hevner over alt dette, således som vi også forut har sagt og vidnet for eder.
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7
|1 Tessalonicenses 4:7|
For Gud kalte oss ikke til urenhet, men til helliggjørelse.
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8
|1 Tessalonicenses 4:8|
Den altså som ringeakter dette, han ringeakter ikke et menneske, men Gud, som også gir sin Hellige Ånd i eder.
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9
|1 Tessalonicenses 4:9|
Men om broderkjærligheten trenger I ikke til at nogen skriver til eder; for I er selv lært av Gud til å elske hverandre;
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10
|1 Tessalonicenses 4:10|
I gjør det jo også mot alle brødrene i hele Makedonia. Dog formaner vi eder, brødre, at I enn mere gjør fremgang deri,
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Sugestões

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28 de outubro LAB 667
RESSURREIÇÃO PROFUNDA
Lucas 23-24
Donald Grey Barnhouse estava dirigindo seus filhos até o velório da mãe deles. Num cruzamento da estrada um enorme caminhão passou pela frente deles, temporariamente passando uma grande sombra pelo carro em que estavam. Barnhouse perguntou aos filhos, "Você preferia que a sombra do caminhão ou o próprio caminhão passasse por cima de vocês?" "É claro, a sombra," eles responderam. "É isso que aconteceu conosco," falou Barnhouse. "O falecimento de mamãe é apenas a sombra da morte. O pecador perdido é atropelado pelo próprio caminhão." (Larson, Craig Brian, editor em "Illustrations for Preaching and Teaching from Leadership Journal," Grand Rapids: Baker Book House, 1993, p. 55).
Que garantia temos para dizer isto? Ela está no ponto alto dos dois capítulos que você lê hoje, na sua Bíblia: a ressurreição de Cristo. Don Emmitte, em “Living Illustrations for Effective Preaching” faz lembrar que “se a Páscoa disser qualquer coisa para nós, é que Jesus estará sempre conosco. As pirâmides do Egito são famosas porque abrigaram os corpos mumificados dos antigos reis do Egito. A Catedral de Westminster em Londres é reverenciada porque lá jazem os corpos da nobreza e de Britânicos famosos. O mausoléu de Maomé é notável pelo caixão de pedra e os ossos que contém. O cemitério de Arlington em Washington nos EUA é venerado como o lugar de descanso de muitos Americanos famosos. Mas, o sepulcro de Jesus é famoso, justamente porque está vazio.” Aleluia! Glória a Deus por isso! Esta é a nossa garantia, de que a nossa fé não é vã.
Nos primeiros séculos da era cristã, a borboleta era usada como símbolo da ressurreição. Mas sabemos que isto não é o que melhor simboliza a ressurreição. A marca da ressurreição está nas mãos de Cristo. Percebeu aí na leitura de hoje? As cicatrizes continuam lá, em Suas mãos. Mas... por que?
Se Deus ressuscitou Jesus da morte, por que Ele não restaurou seu corpo? Por que feridas? Por que a marca dos pregos que dava para sentir com as mãos? Será que a palavra do Evangelho está dizendo a nós na nossa espera: "Você não verá a Jesus até enxergar suas feridas"? Para John Vannorsdall, “de alguma forma ou outra, precisamos entender que o Cristo ressuscitado é sempre o Cristo ferido. Vivo, mas, nunca sarado. Livre da morte, mas, marcado para eternidade. Os surdos tem um sinal para Jesus. O dedo do meio de cada mão é colocado na centro da palma da outra mão. Jesus, eles sinalizam, é aquele com as mãos feridas. E quando eles tocam aquele lugar, eles lembram. Eles escutam o nome dEle na sua própria pele”.
Profundo!
Valdeci Júnior
Fátima Silva