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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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1
|2 Coríntios 7:1|
Eftersom vi da har disse løfter, mine elskede, så la oss rense oss fra all urenhet på kjød og ånd og fullende vår helliggjørelse i Guds frykt! / [2KO 7, 1 er i trykte bøker plassert på slutten av kapittel 6.]
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2
|2 Coríntios 7:2|
Gi oss rum! Ingen har vi gjort urett, ingen har vi ødelagt, ingen har vi gått for nær.
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3
|2 Coríntios 7:3|
Dette sier jeg ikke for å fordømme eder; jeg har jo før sagt at I er i våre hjerter for å dø med oss og leve med oss.
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4
|2 Coríntios 7:4|
Jeg har stor tiltro til eder; jeg roser mig storlig av eder; jeg er full av trøst, jeg er overvettes rik på glede under all vår trengsel.
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5
|2 Coríntios 7:5|
For heller ikke da vi kom til Makedonia, hadde vårt kjød nogen ro, men vi trengtes på alle måter: utenfor oss var strid, inneni oss frykt;
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6
|2 Coríntios 7:6|
men Gud, som trøster de nedbøiede, han trøstet oss ved Titus' komme,
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7
|2 Coríntios 7:7|
dog ikke bare ved hans komme, men og ved den trøst hvormed han var blitt trøstet over eder, idet han meldte oss eders lengsel, eders klage, eders nidkjærhet for mig, så at jeg blev ennu gladere.
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8
|2 Coríntios 7:8|
For om jeg enn bedrøvet eder ved mitt brev, så angrer jeg det ikke; om jeg enn før angret det - jeg ser jo at hint brev bedrøvet eder, om enn bare for en stund -
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9
|2 Coríntios 7:9|
så gleder jeg mig nu, ikke over at I blev bedrøvet, men over at I blev bedrøvet til omvendelse; for I blev bedrøvet efter Guds sinn, forat I ikke skulde lide nogen skade ved oss.
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10
|2 Coríntios 7:10|
For bedrøvelsen efter Guds sinn virker omvendelse til frelse, som ingen angrer; men verdens bedrøvelse virker død.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva