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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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|2 Pedro 2:1|
Men det opstod også falske profeter blandt folket, likesom det og blandt eder skal komme falske lærere, som skal lure inn vrange lærdommer som leder til fortapelse, idet de endog nekter den Herre som kjøpte dem, og fører over sig selv en brå fortapelse.
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2
|2 Pedro 2:2|
Og mange skal følge dem efter i deres skamløshet, og for deres skyld skal sannhetens vei bli spottet,
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3
|2 Pedro 2:3|
og av havesyke skal de med opdiktede ord utnytte eder til sin vinning. Men dommen over dem er fra gammel tid ikke ørkesløs, og deres fortapelse sover ikke.
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4
|2 Pedro 2:4|
For så sant Gud ikke sparte engler da de syndet, men styrtet dem ned i avgrunnen og overgav dem til mørkets huler i varetekt til dom,
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|2 Pedro 2:5|
og ikke sparte den gamle verden, men opholdt rettferdighetens forkynner Noah selv åttende, dengang han førte vannflommen over en verden av ugudelige,
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6
|2 Pedro 2:6|
og la byene Sodoma og Gomorra i aske og fordømte dem til undergang, og dermed har satt dem til et forbillede på de ugudelige i fremtiden,
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|2 Pedro 2:7|
og fridde ut den rettferdige Lot, som plagedes ved de ugudeliges skamløse ferd
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|2 Pedro 2:8|
- for den rettferdige som bodde blandt dem, led dag for dag pine i sin rettferdige sjel ved de lovløse gjerninger han så og hørte -
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|2 Pedro 2:9|
så sant vet Herren å utfri de gudfryktige av fristelser, men å holde de urettferdige i varetekt med straff til dommens dag,
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|2 Pedro 2:10|
aller mest dem som går efter kjød i uren lyst og forakter herredømme. De selvgode vågehalser! De skjelver ikke for å spotte de høie makter,
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva