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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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1
|Amós 5:1|
Hør dette ord, en klagesang som jeg istemmer over eder, Israels hus!
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2
|Amós 5:2|
Hun er falt, hun skal aldri reise sig mere, jomfruen Israel; hun ligger nedkastet på sin egen grunn, det er ingen som reiser henne op.
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3
|Amós 5:3|
For så sier Herren, Israels Gud: Den by som tusen drar ut av, skal ha hundre igjen, og den by som hundre drar ut av, skal ha ti igjen, i Israels hus.
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4
|Amós 5:4|
For så sier Herren til Israels hus: Søk mig, så skal I leve!
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5
|Amós 5:5|
Søk ikke til Betel og kom ikke til Gilgal og dra ikke over til Be'erseba! For Gilgal skal bli bortført, og Betel bli til intet.
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6
|Amós 5:6|
Søk Herren, så skal I leve! Ellers skal han komme over Josefs hus som en ild, og den skal fortære uten at Betel har nogen som slukker!
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7
|Amós 5:7|
De som forvender retten til malurt og kaster rettferdigheten til jorden!
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8
|Amós 5:8|
Han som har skapt Syvstjernen og Orion og omskifter dødsskygge til morgen og gjør dagen mørk som natten, han som kaller på havets vann og øser dem ut over jorden - Herren er hans navn!
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9
|Amós 5:9|
Han som lar ødeleggelse lyne frem mot den sterke og fører ødeleggelse over den faste borg!
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10
|Amós 5:10|
På tinge hater de den som hevder retten, og de avskyr den som taler sannhet.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva