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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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1
|Atos 22:1|
Brødre og fedre! Hør på det jeg nu vil si eder til mitt forsvar!
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2
|Atos 22:2|
Da de hørte at han talte til dem på det hebraiske mål, holdt de sig ennu mere stille. Han sier da:
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3
|Atos 22:3|
Jeg er en jøde, født i Tarsus i Kilikia, men opfostret i denne by, oplært ved Gamaliels føtter efter vår fedrene lovs strenghet, og jeg var nidkjær for Gud, som I alle er idag;
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4
|Atos 22:4|
jeg forfulgte Guds vei til døden, bandt og kastet i fengsel både menn og kvinner,
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5
|Atos 22:5|
som også ypperstepresten og hele eldste-rådet kan vidne; av dem fikk jeg endog brev med til brødrene i Damaskus, og drog dit for å føre også dem som var der, bundne til Jerusalem, forat de kunde få straff.
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6
|Atos 22:6|
Men det skjedde da jeg var på veien og kom nær til Damaskus, da strålte ved middags-tider et sterkt lys fra himmelen med ett omkring mig,
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7
|Atos 22:7|
og jeg falt til jorden og hørte en røst som sa til mig: Saul! Saul! hvorfor forfølger du mig?
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8
|Atos 22:8|
Jeg svarte: Hvem er du, Herre? Og han sa til mig: Jeg er Jesus fra Nasaret, han som du forfølger.
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9
|Atos 22:9|
De som var med mig, så lyset, men røsten av ham som talte til mig, hørte de ikke.
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10
|Atos 22:10|
Jeg sa da: Hvad skal jeg gjøre, Herre? Og Herren svarte mig: Stå op og gå inn i Damaskus! der skal bli talt til dig om alt det som du er bestemt til å gjøre.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva