-
-
Det Norsk Bibelselskap (1930) -
-
1
|Colossenses 4:1|
I herrer! gjør imot eders tjenere det som rett og rimelig er, for I vet at også I har en herre i himlene!
-
2
|Colossenses 4:2|
Vær vedholdende i bønnen, så I våker i den med takksigelse,
-
3
|Colossenses 4:3|
og bed også for oss at Gud må oplate oss en dør for ordet så vi kan forkynne Kristi hemmelighet, den for hvis skyld jeg og er i lenker,
-
4
|Colossenses 4:4|
forat jeg kan åpenbare den således som jeg bør tale.
-
5
|Colossenses 4:5|
Omgåes i visdom med dem som er utenfor, så I kjøper den beleilige tid.
-
6
|Colossenses 4:6|
Eders tale være alltid tekkelig, krydret med salt, så I vet hvorledes I bør svare enhver.
-
7
|Colossenses 4:7|
Hvorledes det går mig, det skal Tykikus fortelle eder alt sammen, han min elskede bror og trofaste hjelper og medtjener i Herren,
-
8
|Colossenses 4:8|
som jeg just derfor sender til eder, forat I skal få vite hvorledes det er med oss, og forat han skal trøste eders hjerter,
-
9
|Colossenses 4:9|
tillikemed Onesimus, den trofaste og elskede bror, som er fra eders by; de skal fortelle eder alt herfra.
-
10
|Colossenses 4:10|
Aristarkus, min medfange, hilser eder, og Markus, Barnabas' søskenbarn, som I fikk pålegg om - når han kommer til eder, da ta imot ham -
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva