-
-
Det Norsk Bibelselskap (1930) -
-
7
|Eclesiastes 7:7|
For urettmessig vinning gjør den vise til dåre, og bestikkelse ødelegger hjertet.
-
8
|Eclesiastes 7:8|
Bedre er enden på en ting enn begynnelsen, bedre å være tålmodig enn overmodig.
-
9
|Eclesiastes 7:9|
Vær ikke for hastig i din ånd til å vredes; for vreden bor i dårers barm.
-
10
|Eclesiastes 7:10|
Si ikke: Hvorav kommer det at de fremfarne dager var bedre enn de som nu er? For det er ikke av visdom du spør om det.
-
11
|Eclesiastes 7:11|
Visdom er jevngod med arvegods, ja ennu ypperligere for dem som ser solen;
-
12
|Eclesiastes 7:12|
for å være i visdommens skygge er som å være i skyggen av rikdom, men kunnskapens fortrin er at visdommen holder sin eier i live.
-
13
|Eclesiastes 7:13|
Se på Guds verk! For hvem kan gjøre rett det som han har gjort kroket?
-
14
|Eclesiastes 7:14|
På en god dag skal du være ved godt mot, og på en ond dag skal du tenke på at Gud har gjort den og, like så vel som den andre, forat mennesket ikke skal finne noget efter sig*. / {* d.e. ikke skal vite noget av hvad som skal skje efter ham.}
-
15
|Eclesiastes 7:15|
Alt dette har jeg sett i mitt tomme liv: Mangen rettferdig går til grunne tross sin rettferdighet, og mangen ugudelig lever lenge tross sin ondskap.
-
16
|Eclesiastes 7:16|
Vær ikke altfor rettferdig og te dig ikke overvettes vis! hvorfor vil du ødelegge dig selv*? / {* nemlig ved fariseisk egenrettferdighet og selvklokskap; LUK 18, 11.}
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva