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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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|Eclesiastes 7:27|
Se, dette fant jeg ut, sier predikeren, idet jeg la det ene til det andre for å finne hovedsummen.
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|Eclesiastes 7:28|
Det som jeg stadig har søkt, men ikke har funnet, det er: En mann har jeg funnet blandt tusen, men en kvinne har jeg ikke funnet blandt dem alle.
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|Eclesiastes 7:29|
Se, dette er det eneste jeg har funnet ut, at Gud skapte mennesket som det skulde være, men de søker mange kunster.
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|Eclesiastes 8:1|
Hvem er som den vise, og hvem forstår å tyde tingene? Visdommen gjør menneskets ansikt lyst, og trossen i hans åsyn forvandles.
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2
|Eclesiastes 8:2|
Jeg sier: Akt på kongens bud, og det for den eds skyld som du har svoret ved Gud!
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3
|Eclesiastes 8:3|
Vær ikke for snar til å forlate ham, og vær ikke med på noget som er ondt! For han gjør alt det han vil.
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4
|Eclesiastes 8:4|
For kongens ord er mektig, og hvem tør si til ham: Hvad gjør du?
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5
|Eclesiastes 8:5|
Den som holder budet, skal ikke lide noget ondt, og den vises hjerte skal få kjenne tid og dom.
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|Eclesiastes 8:6|
For hvert foretagende har sin tid og sin dom; for hvert menneskes onde gjerning kommer til å hvile tungt på ham;
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|Eclesiastes 8:7|
for han vet ikke hvad som skal hende; for hvem kan si ham hvorledes det vil gå?
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva