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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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1
|Ezequiel 26:1|
I det ellevte år, på den første dag i måneden, kom Herrens ord til mig, og det lød så:
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2
|Ezequiel 26:2|
Menneskesønn! Fordi Tyrus sier om Jerusalem: Ha, ha! Sønderbrutt er den, denne folkenes port; den er flyttet til mig, jeg blir fylt - den er ødelagt,
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3
|Ezequiel 26:3|
derfor sier Herren, Israels Gud, så: Se, jeg kommer over dig, Tyrus, og fører mange folk frem mot dig, likesom havet fører sine bølger frem.
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4
|Ezequiel 26:4|
Og de skal ødelegge Tyrus' murer og rive ned dets tårner, og jeg vil feie bort dets grus av det og gjøre det til nakent berg;
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5
|Ezequiel 26:5|
det skal bli til en tørkeplass for fiskegarn ute i havet. For jeg har talt, sier Herren, Israels Gud, og det skal bli til hærfang for folkene,
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6
|Ezequiel 26:6|
og dets døtre på fastlandet* skal slåes ihjel med sverd, og de skal kjenne at jeg er Herren. / {* d.e. de til Tyrus hørende mindre byer.}
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7
|Ezequiel 26:7|
For så sier Herren, Israels Gud: Se, jeg lar Nebukadnesar, Babels konge, kongenes konge, komme mot Tyrus fra Norden med hester og vogner og ryttere og med en hær og meget folk.
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8
|Ezequiel 26:8|
Dine døtre på fastlandet skal han slå ihjel med sverd, og han skal bygge skanser mot dig og kaste en voll op mot dig og reise skjoldtak mot dig.
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9
|Ezequiel 26:9|
Og sin murbrekker skal han sette mot dine murer, og dine tårn skal han bryte ned med sine jern.
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10
|Ezequiel 26:10|
Hans hester er så mange at støvet av dem skal dekke dig; for larmen av ryttere og hjul og vogner skal dine murer beve, når han drar inn gjennem dine porter, som en drar inn i en hærtatt by.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva