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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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1
|Isaías 25:1|
Herre, du er min Gud; jeg vil ophøie dig, jeg vil prise ditt navn, for du har gjort underverk; dine råd fra gammel tid er sannhet og trofasthet.
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2
|Isaías 25:2|
For du har gjort en by til en stenhaug, en fast by til en grusdynge, du har ødelagt de fremmedes palasser, så det ikke mere er nogen by; de skal aldri mere bygges op igjen.
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3
|Isaías 25:3|
Derfor skal et sterkt folk ære dig, de ville hedningers stad skal frykte dig;
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4
|Isaías 25:4|
for du har vært et vern for den ringe, et vern for den fattige i hans trengsel, et ly mot regnskyll, en skygge mot hete; for voldsmenns fnysen er som regnskyll mot en vegg.
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5
|Isaías 25:5|
Som du demper hete i tørt land, så demper du de fremmedes bulder; som hete ved skyggen av en sky, så dempes voldsmenns sang.
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6
|Isaías 25:6|
Og Herren, hærskarenes Gud, skal på dette fjell gjøre et gjestebud for alle folk, et gjestebud med fete retter, et gjestebud med gammel vin, med fete, margfulle retter, med klaret gammel vin.
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7
|Isaías 25:7|
Og han skal på dette fjell tilintetgjøre det slør som omslører alle folkene, og det dekke som dekker alle hedningefolkene.
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8
|Isaías 25:8|
Han skal opsluke døden for evig, og Herren, Israels Gud, skal tørke gråten av alle ansikter, og sitt folks vanære skal han ta bort fra hele jorden; for Herren har talt.
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9
|Isaías 25:9|
På den tid skal de si: Se, der er vår Gud, han som vi ventet skulde frelse oss, dette er Herren som vi ventet på; la oss fryde og glede oss i hans frelse!
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10
|Isaías 25:10|
For Herrens hånd skal hvile på dette fjell; men Moab skal tredes ned i sitt eget land, likesom halm tredes ned i gjødselvann.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva