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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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1
|Marcos 8:1|
I de samme dager, da det atter var meget folk, og de ikke hadde noget å ete, kalte han sine disipler til sig og sa til dem:
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2
|Marcos 8:2|
Jeg ynkes inderlig over folket; for de har alt vært hos mig i tre dager, og de har ikke noget å ete;
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3
|Marcos 8:3|
og lar jeg dem fare fastende hjem, vil de vansmekte på veien; nogen av dem er jo kommet langveisfra.
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4
|Marcos 8:4|
Og hans disipler svarte ham: Hvorfra kan nogen få brød nok til å mette disse her i ørkenen?
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5
|Marcos 8:5|
Og han spurte dem: Hvor mange brød har I? De sa: Syv.
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6
|Marcos 8:6|
Da bød han folket sette sig ned på jorden, og han tok de syv brød, takket og brøt dem og gav dem til sine disipler, forat de skulde dele dem ut; og de delte ut til folket.
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7
|Marcos 8:7|
Og de hadde nogen få småfisker, og han velsignet dem og bød at også de skulde deles ut.
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8
|Marcos 8:8|
Og de åt og blev mette; og de tok op det som blev tilovers av stykkene, syv kurver.
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9
|Marcos 8:9|
Men de var omkring fire tusen. Og han lot dem fare.
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10
|Marcos 8:10|
Og straks gikk han ut i båten med sine disipler, og kom til landet ved Dalmanuta.
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Sugestões

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08 de junho LAB 525
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JÓ 20-21
Na primeira parte da leitura de hoje (capítulo 20), aparece o discurso de Zofar, num tom sarcástico de acusação ao seu amigo Jó. Ele queria dar uma explicação para o sofrimento de Jó, jogando toda a responsabilidade da situação nas costas dele.
Em grande parte, esse discurso termina imitando o que os outros dois amigos, Bildade e Elifaz, já destacaram na discussão deles. A diferença é que Zofar vai mais ao ponto, inclusive, com mais hostilidade. Ele é muito sínico e insinua coisas terríveis como: “Ele tem oprimido os pobres e os tem deixado desamparados; apoderou-se de casas que não construiu” (verso 19). Zofar continua discriminando os crimes específicos que fazem dos ímpios pessoas culpadas, deixando a entender que Jó participava dessa “laia”.
E é com essa ignorante “cara de pau” que os amigos de Jó continuam afirmando que ele é merecedor de todas as desgraças que bateram à sua porta. Não se cansam de pensar assim e ainda fazem um grande esforço para convencê-lo a pensar da mesma forma. Ao levar Jó a reconhecer isso, quem sabe ele tomaria uma atitude que o livrasse da culpa que supostamente tivesse perante o Senhor. Os amigos de Jó acreditavam que ele só poderia achar o caminho de volta se reconhecesse o pensamento deles e agisse como eles achavam que ele deveria agir.
É claro que esses amigos não estavam fazendo nada mais que expressar o pensamento popular da época. Se compararmos isso com João 9:1-3, concluímos que não podemos estabelecer uma relação direta entre cada uma das ações humanas e todas as consequências de cada uma delas. Corremos o risco de nos enganar com isso, principalmente se a tentativa de relacionar os atos com as consequências estiver limitada a olhar numa perspectiva que se limite somente a esta vida. A variação disso tudo pode ser muito grande e muito além da nossa compreensão. Ou seja, se meter a querer interpretar absolutamente todos os fatos como os amigos de Jó estavam tentando fazer, é “dar murro em ponta de faca”.
Mas, apesar desse escrúpulo dos amigos de Jó, Deus ainda era o centro da vida dele (capítulo 21) e tinha participação em tudo o que ele já tinha feito. Jó tinha a consciência tranquila. Embora fosse um pecador, não era um “pecadeiro”. Essa integridade foi mantida no decorrer de toda a sua vida. E isso lhe ajudou a ficar em paz, mesmo diante de tantas acusações.
Embora o ser humano chegue ao fim dos seus recursos, sua saúde e até sua esperança, ainda pode encontrar conforto buscando a presença de Deus em sua vida.
Busque a Deus hoje!
Valdeci Júnior
Fátima Silva